Agora seremos estranhos de novo. Mas estranhos que conhecem o cheiro um do outro, que decoraram risadas e se perderam nas mesmas promessas.
Seremos desconhecidos com lembranças demais. Com músicas que ainda doem, lugares que ainda chamam seu nome e silêncios que gritam tudo o que não tivemos tempo de viver.
Dói não te ter. Mas dói ainda mais fingir que você nunca existiu.