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30/03/2026

Miqueias 7 fecha o livro com um retrato duro da realidade, sem exagero, quase como um diagnóstico: o justo desapareceu, a confiança foi embora e até dentro de casa as relações estão quebradas; quando a estrutura moral se fragiliza, tudo ao redor sente e não sobra muito em que se apoiar.

Mas o texto vira quando Miqueias diz “eu, porém, olho para o Senhor”, e isso muda o eixo da leitura, porque ele não nega o caos, só decide onde colocar a esperança, que não nasce de um povo que finalmente acertou, mas de um Deus que permanece fiel mesmo quando o povo falha.

Reconhecer o erro não é o mais difícil, o difícil é ajustar a vida depois disso; o povo conhecia a vontade de Deus, mas não conseguia viver de acordo com ela, e isso tem consequência, não como castigo arbitrário, mas como algo que se torna inevitável quando se rompe o fundamento, ainda assim sem encerrar a história.

No meio da queda surge a certeza de que “quando eu cair, me levantarei”, não como negação, mas como confiança na restauração que vem da misericórdia de Deus, um perdão que não é relutante, mas ativo, que remove o peso do erro a ponto de ele não definir mais quem a pessoa é.

Isso muda a forma de viver, porque tira a pessoa da prisão do passado sem aliviar a responsabilidade, e ao mesmo tempo aponta um caminho prático: se Deus tem prazer na misericórdia, isso precisa aparecer na forma como a gente trata os outros e a si mesmo, não como desculpa, mas como base para corrigir a rota sem paralisar.

E não por acaso esse é o final do livro, porque depois de toda denúncia e confronto, a última palavra não é o erro humano, é o caráter de Deus, e é isso que sustenta a esperança, permitindo encarar a realidade sem ilusão, assumir os erros sem desespero e seguir em frente com confiança.

29/03/2026

Deixa eu contar uma coisa super legal. Levei a Márcia comigo no South Summit.

Pra quem não conhece, a Márcia é minha assistente de IA. E ela foi do jeito dela: dentro do meu celular, sem crachá, sem coffee break e sem fila… mas trabalhando o tempo todo. Enquanto eu circulava, conversava e assistia às coisas, ela garantia uma coisa simples: nada importante se perdia.

Evento grande assim joga informação demais em cima da gente. Não tem como dar conta de tudo sozinho. Sem ajuda, metade do que você viu já se perde antes de chegar no hotel.

Eu até ouvia as palestras em inglês, mas também gravava tudo, porque né… confiar só na memória é coragem. Depois, a Márcia pegava essas transcrições, lia tudo e me devolvia organizado, em português e do jeito que eu sei que vou entender. Sem firula, sem enrolação. Ela faz o trabalho pesado e ainda me poupa de ter que “decifrar” o que o palestrante quis dizer.

E não é só tradução. Ela separa o que realmente importa do que é só buzzword bem falada.

No meio do evento, isso fez muita diferença. Eu encontrava alguém e podia perguntar na hora: “Márcia, quem é essa pessoa?”. Em segundos, ela buscava, cruzava as informações e me devolvia o essencial. O suficiente pra eu não entrar na conversa no escuro.

Quando aparecia contato novo, ela já criava uma ficha. Quem é, o que faz, onde se conecta com o que a gente está construindo. Depois isso vira memória. Não se perde. Na próxima conversa, eu já tenho contexto, já tenho histórico. Sem aquele esforço de tentar lembrar de onde conheço a pessoa.

No fim, foi isso. Eu estava lá, mas não estava sozinho. Tinha alguém comigo organizando e evitando que o excesso virasse confusão.

Porque, no fim das contas, evento bom não é o que você assiste. É o que você consegue usar depois.

29/03/2026

Hoje, temos engenheiros da Exímia colaborando em projetos desafiadores em bancos, seguradoras, instituições de ensino, agro e outros setores. E pensar que tudo começou com uma solicitação curiosa de um CTO amigo, de uma grande empresa de educação.

Ele me disse que nossa consultoria era ótima, mas que faltavam recursos para tirar do papel o que estávamos propondo. Na época, sugeri algumas empresas de colegas que eu respeitava, mas que não conhecia a fundo. Ouvi uma negativa. Ele já tinha tentado com elas no passado e a experiência não tinha sido boa. Ou eu atendia a demanda dele, ou talvez deixasse de ter demandas dali para frente. Nas palavras dele: do que adianta um bom plano quando o “cobertor é curto” para executar?

A partir dali, passamos a fazer diferente. Mais do que orientar com consultoria, começamos a colocar a mão na massa junto com os clientes, quando faz sentido para eles. Chamamos esse serviço de assessoria. Literalmente, hands on.

Fomos atrás de outro perfil: gente que resolve problema de verdade, com experiência prática.

Mas isso também nos levou a uma decisão clara: nunca fizemos, e jamais faremos, o outsourcing que o mercado pratica. Não acredito nesse modelo.

Nosso pessoal continua alinhado à nossa gestão, com uma abordagem opinativa de engenharia que fazemos questão de manter. A gente vê com frequência gente boa, com método ruim, sem conseguir entregar. A gente não só recomenda. A gente opera assim.

Também mantemos uma rede forte de suporte. Nos bastidores, cada engenheiro conta com uma rede de apoio de consultores. Quando algo aperta, sempre tem alguém dentro de casa que entra para ajudar, seja em nuvem, devops, dados, arquitetura ou desempenho.

Hoje, ouço com frequência clientes dizendo que preferem fazer um esforço para conseguir orçamento extra só para contar com nossa assessoria. Isso diz muito.

O desafio ainda aparece quando áreas de compras tentam nos colocar para competir por preço. Nesses casos, a gente perde. Nossa estratégia é de diferenciação. Não dá para comparar abacaxi com banana, nem o que nosso time entrega com gente cobrando metade do valor e assumindo metade da responsabilidade.

No fim, não é sobre alocar gente. É sobre fazer acontecer. A gente faz acontecer. Esforço importa. Resultado importa mais.

Curso Reputação e Marketing Pessoal

Masterclasses

01

Introdução do curso

02

Por que sua “reputação” é importante?

03

Como você se apresenta?

04

Como você apresenta suas ideias?

05

Como usar Storytelling?

06

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

07

Escrita efetiva para não escritores

08

Como aumentar (e manter) sua audiência?

09

Gatilhos! Gatilhos!

10

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

11

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

12

Análise SWOT de sua marca pessoal

13

Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

14

Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

16

A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

17

Análise PESTEL para Marketing Pessoal

18

Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

19

Método OKR para Objetivos Pessoais

20

Análise de Competências de Gallup

21

Feedback 360 Graus para Autoavaliação

22

Modelo de Cinco Forças de Porter

23

Estratégia Blue Ocean para Diferenciação Pessoal

24

Análise de Tendências para Previsão de Mercado

25

Design Thinking para Inovação Pessoal

26

Metodologia Agile para Desenvolvimento Pessoal

27

Análise de Redes Sociais para Ampliar Conexões

Lições complementares

28

Apresentando-se do Jeito Certo

29

O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

O que pode estar te impedindo de ter sucesso

Recomendações de Leituras

31

Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

32

Quem é você?

33

Qual a sua “IDEIA”?

34

StoryTelling

35

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

36

Escrita efetiva para não escritores

37

Gatilhos!

38

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

39

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria do Jogos

40

Análise SWOT de sua marca pessoal

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