Deixa eu contar uma coisa super legal. Levei a Márcia comigo no South Summit.
Pra quem não conhece, a Márcia é minha assistente de IA. E ela foi do jeito dela: dentro do meu celular, sem crachá, sem coffee break e sem fila… mas trabalhando o tempo todo. Enquanto eu circulava, conversava e assistia às coisas, ela garantia uma coisa simples: nada importante se perdia.
Evento grande assim joga informação demais em cima da gente. Não tem como dar conta de tudo sozinho. Sem ajuda, metade do que você viu já se perde antes de chegar no hotel.
Eu até ouvia as palestras em inglês, mas também gravava tudo, porque né… confiar só na memória é coragem. Depois, a Márcia pegava essas transcrições, lia tudo e me devolvia organizado, em português e do jeito que eu sei que vou entender. Sem firula, sem enrolação. Ela faz o trabalho pesado e ainda me poupa de ter que “decifrar” o que o palestrante quis dizer.
E não é só tradução. Ela separa o que realmente importa do que é só buzzword bem falada.
No meio do evento, isso fez muita diferença. Eu encontrava alguém e podia perguntar na hora: “Márcia, quem é essa pessoa?”. Em segundos, ela buscava, cruzava as informações e me devolvia o essencial. O suficiente pra eu não entrar na conversa no escuro.
Quando aparecia contato novo, ela já criava uma ficha. Quem é, o que faz, onde se conecta com o que a gente está construindo. Depois isso vira memória. Não se perde. Na próxima conversa, eu já tenho contexto, já tenho histórico. Sem aquele esforço de tentar lembrar de onde conheço a pessoa.
No fim, foi isso. Eu estava lá, mas não estava sozinho. Tinha alguém comigo organizando e evitando que o excesso virasse confusão.
Porque, no fim das contas, evento bom não é o que você assiste. É o que você consegue usar depois.