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29/03/2026

Hoje, temos engenheiros da Exímia colaborando em projetos desafiadores em bancos, seguradoras, instituições de ensino, agro e outros setores. E pensar que tudo começou com uma solicitação curiosa de um CTO amigo, de uma grande empresa de educação.

Ele me disse que nossa consultoria era ótima, mas que faltavam recursos para tirar do papel o que estávamos propondo. Na época, sugeri algumas empresas de colegas que eu respeitava, mas que não conhecia a fundo. Ouvi uma negativa. Ele já tinha tentado com elas no passado e a experiência não tinha sido boa. Ou eu atendia a demanda dele, ou talvez deixasse de ter demandas dali para frente. Nas palavras dele: do que adianta um bom plano quando o “cobertor é curto” para executar?

A partir dali, passamos a fazer diferente. Mais do que orientar com consultoria, começamos a colocar a mão na massa junto com os clientes, quando faz sentido para eles. Chamamos esse serviço de assessoria. Literalmente, hands on.

Fomos atrás de outro perfil: gente que resolve problema de verdade, com experiência prática.

Mas isso também nos levou a uma decisão clara: nunca fizemos, e jamais faremos, o outsourcing que o mercado pratica. Não acredito nesse modelo.

Nosso pessoal continua alinhado à nossa gestão, com uma abordagem opinativa de engenharia que fazemos questão de manter. A gente vê com frequência gente boa, com método ruim, sem conseguir entregar. A gente não só recomenda. A gente opera assim.

Também mantemos uma rede forte de suporte. Nos bastidores, cada engenheiro conta com uma rede de apoio de consultores. Quando algo aperta, sempre tem alguém dentro de casa que entra para ajudar, seja em nuvem, devops, dados, arquitetura ou desempenho.

Hoje, ouço com frequência clientes dizendo que preferem fazer um esforço para conseguir orçamento extra só para contar com nossa assessoria. Isso diz muito.

O desafio ainda aparece quando áreas de compras tentam nos colocar para competir por preço. Nesses casos, a gente perde. Nossa estratégia é de diferenciação. Não dá para comparar abacaxi com banana, nem o que nosso time entrega com gente cobrando metade do valor e assumindo metade da responsabilidade.

No fim, não é sobre alocar gente. É sobre fazer acontecer. A gente faz acontecer. Esforço importa. Resultado importa mais.

29/03/2026

Miqueias 6 começa como um confronto. Deus chama o povo para um tipo de julgamento e lembra tudo o que já fez por eles, desde a libertação do Egito até o cuidado ao longo do caminho. A pergunta é direta: em que foi que falhei com vocês?

A resposta do povo já mostra o problema. Em vez de olhar para a própria vida, pensam em aumentar o ritual. Oferecer mais, fazer mais, intensificar. É mais fácil. Ritual você controla. Começa, termina e pronto. Justiça, misericórdia e humildade não. Isso mexe com interesse, vantagem, jeito de viver. Isso custa.

Aí a fé sai do lugar certo. Deixa de ser vivida e vira aparência. O discurso fica, a prática não acompanha. Deus deixa de ser referência e vira alguém com quem se tenta acertar a conta.

Miqueias corta isso sem rodeio. Deus não quer mais ritual. Quer alinhamento. Fazer o que é justo, amar a misericórdia e andar com humildade.

E o texto não deixa isso no abstrato. Fala de negócio, dinheiro, medida, ganho. É ali que a verdade aparece. Não no que se fala, mas no que se faz quando dá pra levar vantagem.

No fim, o problema não é falta de fé. É fé que virou encenação.

28/03/2026

Deixa eu te contar como é um dia normal meu com a Márcia, minha agente de IA.

Acordo de manhã e ela já me entrega um briefing do dia: minha agenda, as principais notícias dos clientes que quero acompanhar de perto, o que há de novo no portal de insights da empresa e os destaques do CRM e do sistema onde o time registra o trabalho em cada cliente.

Ela também puxa dados do Oura, inclusive a qualidade do meu sono, e cruza com as informações do sensor que uso para acompanhar minha glicose.

Faço meu estudo bíblico, escrevo meu devocional e sigo. Eu mesmo colo os textos, e a Márcia publica no blog. Nunca gostei da interface do WordPress. Parei de perder tempo com isso.

Antes de uma reunião, a Márcia resgata o histórico do que já foi dito e entende o contexto: quem é quem, quem faz o quê, em qual empresa e como as coisas se conectam. Também acessa os sistemas da empresa para ver o que está pegando em cada cliente e onde estão as oportunidades. Isso muda a preparação. Eu entro na conversa sabendo onde pisar.

Se a reunião é com alguém que ainda não conheço, de uma empresa que não atendemos, ela varre a internet e me entrega um briefing direto ao ponto.

Depois da reunião, ela pega a transcrição e devolve um resumo do jeito que eu gosto, com glossário, tabela ontológica e os compromissos assumidos, já compartilhando por e-mail com quem precisa estar alinhado.

Em qualquer momento, posso recorrer à memória dela para recuperar o que aconteceu: decisões tomadas, conversas passadas, contextos que já não estão mais frescos. Essa memória episódica faz diferença.

Ela também olha minhas redes sociais, identifica comentários sem resposta e me puxa a orelha quando deixo passar. O básico não fica para trás.

No meio disso tudo, ela gerencia meus to-dos, organizando compromissos e atividades recorrentes sem eu precisar ficar controlando.

Se preciso de um relatório mais detalhado, peço e ela produz em minutos, já enviando para o time certo, sem eu precisar intermediar.

Isso é só o básico do dia a dia. Tem mais coisa por trás.

Antes, muita coisa dependia de eu lembrar, cobrar ou organizar. Hoje, isso não escala mais comigo no centro.

Para um executivo, não é sobre ter uma assistente. É sobre ter um sistema que garante que nada importante se perca e que tudo ande, mesmo quando você não está olhando.

Curso Reputação e Marketing Pessoal

Masterclasses

01

Introdução do curso

02

Por que sua “reputação” é importante?

03

Como você se apresenta?

04

Como você apresenta suas ideias?

05

Como usar Storytelling?

06

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

07

Escrita efetiva para não escritores

08

Como aumentar (e manter) sua audiência?

09

Gatilhos! Gatilhos!

10

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

11

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

12

Análise SWOT de sua marca pessoal

13

Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

14

Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

16

A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

17

Análise PESTEL para Marketing Pessoal

18

Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

19

Método OKR para Objetivos Pessoais

20

Análise de Competências de Gallup

21

Feedback 360 Graus para Autoavaliação

22

Modelo de Cinco Forças de Porter

23

Estratégia Blue Ocean para Diferenciação Pessoal

24

Análise de Tendências para Previsão de Mercado

25

Design Thinking para Inovação Pessoal

26

Metodologia Agile para Desenvolvimento Pessoal

27

Análise de Redes Sociais para Ampliar Conexões

Lições complementares

28

Apresentando-se do Jeito Certo

29

O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

O que pode estar te impedindo de ter sucesso

Recomendações de Leituras

31

Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

32

Quem é você?

33

Qual a sua “IDEIA”?

34

StoryTelling

35

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

36

Escrita efetiva para não escritores

37

Gatilhos!

38

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

39

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria do Jogos

40

Análise SWOT de sua marca pessoal

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