Hoje, temos engenheiros da Exímia colaborando em projetos desafiadores em bancos, seguradoras, instituições de ensino, agro e outros setores. E pensar que tudo começou com uma solicitação curiosa de um CTO amigo, de uma grande empresa de educação.
Ele me disse que nossa consultoria era ótima, mas que faltavam recursos para tirar do papel o que estávamos propondo. Na época, sugeri algumas empresas de colegas que eu respeitava, mas que não conhecia a fundo. Ouvi uma negativa. Ele já tinha tentado com elas no passado e a experiência não tinha sido boa. Ou eu atendia a demanda dele, ou talvez deixasse de ter demandas dali para frente. Nas palavras dele: do que adianta um bom plano quando o “cobertor é curto” para executar?
A partir dali, passamos a fazer diferente. Mais do que orientar com consultoria, começamos a colocar a mão na massa junto com os clientes, quando faz sentido para eles. Chamamos esse serviço de assessoria. Literalmente, hands on.
Fomos atrás de outro perfil: gente que resolve problema de verdade, com experiência prática.
Mas isso também nos levou a uma decisão clara: nunca fizemos, e jamais faremos, o outsourcing que o mercado pratica. Não acredito nesse modelo.
Nosso pessoal continua alinhado à nossa gestão, com uma abordagem opinativa de engenharia que fazemos questão de manter. A gente vê com frequência gente boa, com método ruim, sem conseguir entregar. A gente não só recomenda. A gente opera assim.
Também mantemos uma rede forte de suporte. Nos bastidores, cada engenheiro conta com uma rede de apoio de consultores. Quando algo aperta, sempre tem alguém dentro de casa que entra para ajudar, seja em nuvem, devops, dados, arquitetura ou desempenho.
Hoje, ouço com frequência clientes dizendo que preferem fazer um esforço para conseguir orçamento extra só para contar com nossa assessoria. Isso diz muito.
O desafio ainda aparece quando áreas de compras tentam nos colocar para competir por preço. Nesses casos, a gente perde. Nossa estratégia é de diferenciação. Não dá para comparar abacaxi com banana, nem o que nosso time entrega com gente cobrando metade do valor e assumindo metade da responsabilidade.
No fim, não é sobre alocar gente. É sobre fazer acontecer. A gente faz acontecer. Esforço importa. Resultado importa mais.