Controle novo na TV. Menos botões, a princípio mais intuitivo, mas bem diferente do anterior. Para mim, melhor. Para minha vizinha, com mais de 70 anos, não. Coitada.
E nem é que o controle seja ruim. Não era o controle em si, era ter que reaprender. Ela já estava acostumada. E, em UX, hábito pesa.
Não é à toa que a Mercedes-Benz resistiu por anos em retirar o apoio para o punho e o controle sensível ao toque. Mesmo com a tela sensível ao toque no centro da interface.
Nunca ignore o poder do hábito. Facilidade vem da familiaridade. E menos complexo não significa mais fácil, sobretudo quando é muito diferente. Pergunta para a minha vizinha.