Nesses tempos de inteligência artificial e de tantas automações, o que nos compete? Ao meu ver, duas coisas: tomar decisões e assumir responsabilidades.
Toda decisão implica escolha. Com um bônus, vem um ônus. Sempre digo que, se você não sabe qual é o “lado ruim” da decisão, da escolha, que está prestes a fazer, então ainda não está pronto de verdade para ela.
E, se há um lado ruim, um ônus, como sempre há, então também é necessário ter a capacidade, e a autonomia, de assumir responsabilidades e suportar as consequências.
Decidir e assumir responsabilidades. É isso que fazemos. É o nosso papel.