Decisão de restaurar unidade onde houve ruptura, sem apagar a história da ruptura.
Não é retornar ao estado anterior, mas integrar o conflito à narrativa, ressignificando-o.
É reconhecer a verdade da ferida sem permitir que ela governe o futuro.
Reconciliar exige responsabilidade: alguém precisa admitir limites, erros ou diferenças reais.
É um movimento ético de reconstrução, no qual identidade e relação deixam de se opor e passam a coexistir.