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22/03/2026

Nada atrasa mais a transformação digital de uma empresa do que uma área de TI tarefeira, que se limita a fazer o que o negócio pede.

Nada atrasa mais a carreira de um profissional de TI do que adotar essa mesma postura, vivendo de puxar tickets.

No curto prazo, isso até parece eficiência. Disfarça a falta de compromisso com o resultado. “Cada um no seu quadrado” vira justificativa.

Mas não existe atividade relevante em uma empresa que não dependa de TI. Ela está no centro de tudo, ajudando ou atrapalhando.

Quando a TI se torna tarefeira, abre mão do protagonismo no sucesso do negócio. Seus profissionais seguem o mesmo caminho: deixam de gerar impacto, tornam-se substituíveis e passam a ser tratados como restrição. Se não impulsiona o negócio, vira peso.

Em tempos de IA, isso fica ainda mais evidente. Quem só faz o que pedem passa a competir diretamente com a máquina. Pode até levar vantagem hoje, mas é questão de tempo. A máquina evolui e executa esse tipo de trabalho melhor do que nós, todos os dias, por uma fração do preço.

Uma TI estratégica, que de fato colabora com a transformação digital, trabalha de mãos dadas com as áreas de negócio. O profissional de TI que prospera é aquele que facilita e, quando possível, lidera esse movimento.

É sobre isso que tenho falado nas minhas consultorias e mentorias.

22/03/2026

Um modelo é uma forma de explicar o mundo.

Nasce de uma teoria. Serve para entender o presente. E, quando é sólido, para antecipar o que vem.

Nós avançamos quando criamos modelos melhores. Não mais complicados, mas mais precisos.

O desafio é separar o essencial do ruído. Quase tudo é detalhe. Pouca coisa realmente importa.

No fim das contas, teoria é simplificação. Sempre foi.

Um bom modelo reduz.
Tira o excesso.
Fica só com o que sustenta a explicação.

E para por aí.

Sem inventar.
Sem distorcer.
Sem mentir.

22/03/2026

Tem gente que acha que evolução em IA é trocar de modelo. Eu tenho visto outra coisa na prática.

A Márcia, minha agente de IA que opera no OpenClaw, acabou de passar por uma mudança importante de arquitetura.

Mas essa história não começa agora. Há tempos eu projetei um Knowledge Graph justamente para dar à Márcia uma memória semântica e relacional. A ideia sempre foi permitir que ela não só armazenasse informações, mas entendesse como as coisas se conectam. O que mudou agora foi a base tecnológica que sustenta isso.

Até então, esse grafo rodava em SQLite. Funcionava, mas era limitado. Relações diretas, consultas simples. Nada que realmente explorasse o potencial de um grafo.

Resolvi migrar tudo para o Neo4j.

O ganho não foi pequeno.

Com Cypher, a Márcia agora não olha só para relações diretas. Ela navega caminhos. Descobre conexões. Calcula o menor caminho entre entidades. Isso muda o tipo de pergunta que eu posso fazer.

Antes, eu perguntava: “essa pessoa tem relação comigo?”

Agora, eu consigo perguntar: “como essa pessoa se conecta comigo?”

E a resposta pode vir assim: ela trabalha em uma empresa que é cliente da Eximia. Uma relação indireta, mas relevante, passa a ser visível.

Outra mudança foi na forma de interação com o grafo.

O Neo4j traz uma interface visual que vira quase uma janela para dentro da cabeça da Márcia. Eu consigo ver as conexões, inspecionar relações, identificar inconsistências. E pedir ajustes.

“Márcia, essa relação aqui não está boa.”
Ela vai lá, corrige, escreve o Cypher e executa.

Eu não precisei aprender Cypher para fazer a migração. Quem fez foi ela. Migrou os dados do SQLite, estruturou o grafo, ajustou as relações. E continua evoluindo sob demanda.

No fim, o que muda não é só a tecnologia. É a semântica.

Quando você qualifica melhor as relações, dá nome certo para os vínculos, explicita conexões que antes estavam implícitas, o sistema passa a entender melhor o que representa. E isso aparece na qualidade das respostas.

Isso reforça uma conclusão que venho amadurecendo. Boa parte da eficiência de um agente de IA não está no modelo. Está no harness. Na arquitetura. Na forma como memória e contexto são organizados.

Trocar SQLite por Neo4j não foi só uma escolha técnica. Foi uma decisão arquitetural.

Foi uma mudança na forma de representar o mundo dentro do sistema. Saio de uma estrutura mais rígida, orientada a tabelas, para um modelo onde relações são de primeira classe. Isso muda como a informação é organizada, como ela é consultada e o tipo de raciocínio que o sistema consegue fazer.

E isso não é um detalhe isolado. É exatamente o tipo de decisão que separa um sistema que funciona de um sistema que realmente escala em capacidade e inteligência.

Esse tipo de escolha, de onde colocar complexidade e como estruturar memória e contexto, é o que eu venho trabalhando com profundidade na minha mentoria de arquitetura de software. Porque no fim do dia, arquitetura não é sobre tecnologia específica. É sobre fazer escolhas que ampliam ou limitam o que o sistema pode se tornar.

Curso Reputação e Marketing Pessoal

Masterclasses

01

Introdução do curso

02

Por que sua “reputação” é importante?

03

Como você se apresenta?

04

Como você apresenta suas ideias?

05

Como usar Storytelling?

06

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

07

Escrita efetiva para não escritores

08

Como aumentar (e manter) sua audiência?

09

Gatilhos! Gatilhos!

10

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

11

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

12

Análise SWOT de sua marca pessoal

13

Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

14

Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

16

A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

17

Análise PESTEL para Marketing Pessoal

18

Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

19

Método OKR para Objetivos Pessoais

20

Análise de Competências de Gallup

21

Feedback 360 Graus para Autoavaliação

22

Modelo de Cinco Forças de Porter

23

Estratégia Blue Ocean para Diferenciação Pessoal

24

Análise de Tendências para Previsão de Mercado

25

Design Thinking para Inovação Pessoal

26

Metodologia Agile para Desenvolvimento Pessoal

27

Análise de Redes Sociais para Ampliar Conexões

Lições complementares

28

Apresentando-se do Jeito Certo

29

O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

O que pode estar te impedindo de ter sucesso

Recomendações de Leituras

31

Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

32

Quem é você?

33

Qual a sua “IDEIA”?

34

StoryTelling

35

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

36

Escrita efetiva para não escritores

37

Gatilhos!

38

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

39

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria do Jogos

40

Análise SWOT de sua marca pessoal

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