Ontem à noite concluí mais uma turma de mentoria em arquitetura de software. Dessa vez, com ênfase em inteligência artificial.
Foram 8 meses. 16 encontros oficiais. 2 sessões de esquenta. Mais de 50 horas de conversa. Mais de 500 páginas de resumos dos encontros. Sensação? Missão cumprida.
O que abordamos? Práticas de arquitetura de software validadas na prática, combinando minha experiência desenvolvendo software com anos de atuação em consultoria.
Ao longo do programa, destaquei o papel do arquiteto como orquestrador. Para desenvolver software de verdade são necessários muitos perfis diferentes: gente de dados e banco de dados, infraestrutura, backend, frontend e também gente do negócio. O arquiteto é quem faz todo esse povo trabalhar junto.
Mas fomos além. Abracei as transformações que a IA está trazendo para a engenharia de software e compartilhei o que já está mudando, na prática, na disciplina de arquitetura.
Nesse novo cenário, apresentei o arquiteto como “curador de contexto”. O profissional que organiza conhecimento, estrutura problemas e cria as condições para que esse “gênio com amnésia” que é a IA realmente produza resultado.
Também não posso deixar de destacar o nível dos participantes. As discussões foram de altíssimo nível, seja pelos questionamentos, seja pelas experiências compartilhadas ao longo dos encontros.
Poderia ter sido melhor? Sempre. Dei o meu melhor? Com certeza.
E, no final, ainda fui presenteado com depoimentos dos participantes descrevendo o programa como um divisor de águas em suas carreiras.
Logo mais começa uma nova turma. Já estou animado e ansioso.
Aos que participaram desta turma, meu muito obrigado. Vocês ajudaram a tornar essa jornada especial. Agora é ver essas ideias ganhando vida nos sistemas que vocês vão construir.