Márcia, minha assistente no OpenClaw, agora faz parte da força de trabalho do Marketing aqui da Eximia. Não como experimento. Como operação.
Ela recebe demandas no ClickUp, entende o que foi pedido e executa o trabalho. Como se fosse gente, só que é agente.
Neste primeiro momento, está gerando as imagens de capa dos artigos que nosso time publica nos insights. Ainda está aprendendo, mas já entrega. Amanhã, o diretor da área vai compartilhar com ela os manuais de identidade da marca.
Com o tempo, vai assumir mais etapas do processo.
Eu sigo supervisionando tudo. Ela é uma funcionária dedicada, responde rápido, corrige rápido e entrega sem desgaste. Faz muita coisa como gente. Mas, por ser agente, não para onde a gente pararia.
Na prática, opera como uma funcionária remota. Não vai à empresa, se comunica apenas pelo chat e, em um time que já nasce remoto, isso praticamente não faz diferença.
Ela está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana. Aqui, a comparação com gente deixa de fazer sentido.
A diferença não é só velocidade. É limite.
Não é só alguém que trabalha como gente. É alguém que começa como gente e continua como agente.
A partir daqui, a pergunta deixa de ser se isso funciona. Passa a ser quem ainda não percebeu.