Intent debt. Ninguém sabe por que um sistema está sendo desenvolvido. E quando isso não está claro, todo mundo começa a otimizar a coisa errada.
Não adianta ter gente com know-how quando falta know-why.
Eu bato nisso nas minhas consultorias e mentorias. É papel do arquiteto garantir que as decisões sejam tomadas e bem justificadas. Só que boa justificativa não nasce da tecnologia. Nasce de quem está pedindo. De quem tem um problema para resolver.
Ou, como eu gosto de pensar na hora de vender meu trabalho, de uma dor pedindo alívio.
Intent debt é isso. É tentar vender alívio sem entender direito qual é a dor.
No fim, vira código sem direção. E aí não importa se foi escrito por humano ou por IA. Se não resolve o problema certo, não serve para nada.