Tenho um daqueles anéis da Samsung, mas parei de usar porque meu ecossistema principal é Apple. Agora, em San Francisco, comprei um da Oura. Bem legal.
Ainda estou explorando o dispositivo, mas já tenho os primeiros indicadores da noite de sono. Foi só OK. Provavelmente cansaço.
O ponto realmente interessante é outro. Pedi para a Márcia, minha assistente agêntica, acessar esses dados todos os dias quando dou bom dia. Ela lê, cruza informações e registra uma análise no meu diário, que me ajuda a manter.
2026 é o ano em que decidi cuidar melhor da saúde. Estou tomando uma série de vitaminas, todas com orientação médica. Fiz uma bateria completa de exames, compartilhei tudo com a Márcia, e ela consolidou os achados e registrou as interpretações.
Aliás, abandonei de vez aqueles grupos de WhatsApp criados para lembrar coisas ou guardar documentos. Não terceirizo mais minha memória para o improviso. Centralizei tudo. Dados de saúde, anotações, reflexões, exames.
Sensores capturam. Exames revelam. Dados organizam. IA interpreta.
Mas nada disso importa sem intenção.
Tecnologia, sozinha, até mede. Com propósito, transforma.
Autocuidado é estratégia.