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06/04/2026

Sofonias 1 fala a um povo que ainda se via como sendo de Deus, mas que já tinha misturado tudo. O cenário é Jerusalém no tempo de Josias, antes ou no começo de uma reforma que ainda não tinha chegado no coração das pessoas. Tinha culto, tinha linguagem religiosa, tinha prática externa. Mas, ao mesmo tempo, tinha idolatria, influência de fora e uma vida completamente desalinhada. Não era uma rejeição direta de Deus. Era mais sutil. Uma fé que dividia espaço com qualquer outra coisa.

O texto já começa pesado, com uma linguagem que lembra quase um “desfazer” da criação, ecoando Gênesis. E não é exagero. É para mostrar que o problema não era pontual, era estrutural. O mundo moral daquele povo estava fora do lugar. E tem um detalhe importante aqui. Não são só os idólatras que entram na conta. Quem simplesmente deixou de buscar a Deus também entra. A omissão pesa tanto quanto a rejeição.

Isso fica ainda mais claro quando você olha os detalhes. A presença de Baal mostra que não era abandono total, era mistura. As vestes estrangeiras apontam para uma identidade já meio diluída. A menção ao mercado e aos bairros da cidade mostra que o problema não estava só no templo, mas no dia a dia, nas relações, nos negócios. E aquela imagem de gente “assentada sobre as borras do vinho” descreve bem o estado do povo. Parado, acomodado, sem urgência nenhuma.

Talvez o ponto mais forte do capítulo esteja na forma de pensar que aparece ali. Gente vivendo como se Deus não agisse. Nem para o bem, nem para o mal. Não é um ateísmo declarado. É indiferença na prática. É manter a forma da fé, mas esvaziar o conteúdo. Continuar falando de Deus, mas decidir a vida inteira como se Ele não tivesse peso nenhum. E o texto trata isso como um problema central, não como algo secundário.

O tal “Dia do Senhor” entra então como o momento em que essa ilusão cai. E tem uma coisa que o texto repete com força. Prata e ouro não vão livrar ninguém. Não é só uma questão de valor, é de confiança. O povo estava apoiado em estabilidade, recurso, estrutura, como se isso garantisse alguma coisa. Sofonias desmonta isso mostrando que, quando Deus age, aquilo que parecia firme simplesmente não sustenta.

No fim, o alerta é bem direto. O maior risco não é o erro escancarado. É a vida no automático. É a fé que não mexe nas decisões. É a segurança construída em coisa que não segura nada. Sofonias não está chamando o povo a aprender mais. Está chamando a acordar. A sair da indiferença e alinhar a vida com Deus de verdade, antes que esse ajuste venha de um jeito muito mais duro.

05/04/2026

Uma das coisas mais difíceis no nosso dia a dia é entender código que já existe, especialmente quando você entra em um repositório grande sem documentação e, em poucos minutos, percebe que não entendeu quase nada.

Foi assim que comecei a usar IA de forma prática, para construir meus próprios “learning docs” enquanto exploro o código. Em vez de sair lendo arquivo por arquivo sem direção, você usa a IA para montar um mapa do sistema, aos poucos.

Aqui vai uma sequência de prompts que tenho usado e que funciona bem em IDEs como Cursor.

Comece pela visão geral:
👉 “Analise a estrutura deste repositório. Qual é o propósito do projeto, quais são as principais tecnologias usadas e como os diretórios estão organizados? Salve a resposta em /learning-docs/structure.md”

Isso já te dá um mapa inicial.

Depois, avance para arquitetura e fluxo principal:
👉 “Qual é a arquitetura geral do projeto? Identifique os pontos de entrada (entry points), os módulos principais e como eles se conectam. Salve a resposta em /learning-docs/architecture.md”

Aqui você começa a enxergar como o sistema funciona de verdade.

Na sequência, entenda o modelo de dados:
👉 “Quais são as principais entidades/modelos de dados do projeto? Mostre os relacionamentos entre eles. Salve a resposta em /learning-docs/datamodel.md”

Se você entende o domínio, metade do problema já foi resolvido.

Agora, olhe para dependências e configuração:
👉 “Quais são as dependências externas mais importantes e qual é o papel de cada uma? Como o projeto é configurado (env vars, configs)? Salve a resposta em /learning-docs/config.md”

Até aqui, você já tem mais contexto do que muita gente que trabalha no projeto.

Depois, vá para padrões e convenções:
👉 “Quais design patterns e convenções de código este projeto segue? Há algo incomum ou não convencional? Salve a resposta em /learning-docs/patterns.md”

Em seguida, dê atenção aos testes:
👉 “Como os testes estão organizados? Qual é a estratégia de testes (unit, integration, e2e)? Há áreas com pouca cobertura? Salve a resposta em /learning-docs/tests.md”

Com esse panorama, vá fundo no que importa:
👉 “Explique em detalhe o módulo X. Qual é a sua responsabilidade, quais são suas classes/funções principais e como ele interage com o resto do sistema? Salve a resposta em /learning-docs/modules/X.md”

E, por fim:
👉 “Trace o fluxo completo de ‘funcionalidade X’ desde o ponto de entrada até o banco de dados ou resposta. Mostre cada arquivo e função envolvida. Salve a resposta em /learning-docs/traces/X.md”

Esse mapa não vai sair perfeito, e está tudo bem. O ponto é aprender mais rápido, ajustar ao longo do caminho e, no fim, deixar de se sentir perdido e passar a saber onde mexer.

É exatamente esse tipo de abordagem que tenho trabalhado na minha mentoria de arquitetura de software com ênfase em IA.

05/04/2026

Escolhas ruins. Todo mundo faz, de vez em quando.

Às vezes é só o custo do aprendizado. Você ainda não sabe o que precisa saber. Escolhe mal e aprende.

Pode ser também um problema de autoimagem. Você acha que é uma coisa, age como se fosse… mas não é. E escolhe mal.

Ou é curto prazo falando mais alto. Você troca o que quer pra vida por um ganho imediato. Nesse caso, escolher mal é só um problema de horizonte de tempo.

A própria ideia de escolha já carrega liberdade. Mas a gente desperdiça isso quando nem percebe que está escolhendo. Se é que existe escolha totalmente livre. Spinoza diria que não. Eu não compro essa.

No fim, escolhas ruins quase sempre vêm de duas coisas: ou você não acredita que pode escolher, ou não sabe exatamente o que quer.

Curso Reputação e Marketing Pessoal

Masterclasses

01

Introdução do curso

02

Por que sua “reputação” é importante?

03

Como você se apresenta?

04

Como você apresenta suas ideias?

05

Como usar Storytelling?

06

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

07

Escrita efetiva para não escritores

08

Como aumentar (e manter) sua audiência?

09

Gatilhos! Gatilhos!

10

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

11

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

12

Análise SWOT de sua marca pessoal

13

Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

14

Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

16

A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

17

Análise PESTEL para Marketing Pessoal

18

Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

19

Método OKR para Objetivos Pessoais

20

Análise de Competências de Gallup

21

Feedback 360 Graus para Autoavaliação

22

Modelo de Cinco Forças de Porter

23

Estratégia Blue Ocean para Diferenciação Pessoal

24

Análise de Tendências para Previsão de Mercado

25

Design Thinking para Inovação Pessoal

26

Metodologia Agile para Desenvolvimento Pessoal

27

Análise de Redes Sociais para Ampliar Conexões

Lições complementares

28

Apresentando-se do Jeito Certo

29

O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

O que pode estar te impedindo de ter sucesso

Recomendações de Leituras

31

Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

32

Quem é você?

33

Qual a sua “IDEIA”?

34

StoryTelling

35

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

36

Escrita efetiva para não escritores

37

Gatilhos!

38

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

39

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria do Jogos

40

Análise SWOT de sua marca pessoal

Inscrição realizada com sucesso!

No dia da masterclass você receberá um e-mail com um link para acompanhar a aula ao vivo. Até lá!

A sua subscrição foi enviada com sucesso!

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