O crescimento de um organismo, como uma planta, é limitado pelo recurso essencial que está em menor disponibilidade, mesmo quando todos os outros estão em abundância.
Essa é a lei de Liebig. Bem conhecida na agronomia, mas aplicável muito além dela.
Em paralelo à teoria das restrições, que diz que a força de uma corrente é determinada pelo elo mais fraco, ela ajuda a explicar por que pessoas e empresas, mesmo sendo boas, não alcançam os resultados que poderiam.
O erro comum é investir onde já somos fortes e ignorar o que limita o todo.
Na prática, reforçar o que já é forte, sem corrigir o que ainda é fraco, é desperdício.
No fim, a pergunta é simples: o que está faltando? Qual é o limitante?