03/01/2026

Você é David Gilmour, lenda do rock, guitarrista do Pink Floyd. Imagine-se segundos antes de iniciar o solo de Comfortably Numb, um clássico, diante de uma arena lotada. Sem dúvidas, aquele é o ponto alto do show. O solo é reconhecidamente um dos mais famosos e icônicos de todos os tempos, não apenas de sua carreira, mas da história da música.

De repente, a alça da guitarra arrebenta. Você tenta consertar, mas percebe que não há conserto. A música segue. Você precisa ir até o microfone e cantar. Sua voz é esperada. Você canta. Faz sinal para a equipe. Uma nova guitarra chega. Você faz a troca. O time conecta tudo. Você ajusta tudo. Faz uma dancinha para aliviar a tensão e, no momento exato, inicia o solo. Uau!

Esse episódio é real. Ocorreu com o Gilmour. Há registro em vídeo, é só procurar. Ele tirou de letra. E isso me faz pensar: “caramba, como ele consegue?”.

Primeiro. Muita experiência. Ele toca há muito tempo. Seguramente já passou por vários apertos. Não está sendo pego de surpresa.

Segundo. Sangue frio. Controle das emoções. Característica de alguém acostumado a sustentar presença pública por muito tempo.

Terceiro. Maestria. Gilmour não é considerado uma lenda por acaso. Ele sabe que é bom. Eu sei que ele é bom. E você, se o conhece, sabe disso também.

Experiência. Sangue frio. Maestria. Três atributos que redefinem o que pressão pode significar no trabalho.

03/01/2026

A normalização do adiamento cria um efeito curioso. Ela não elimina decisões, apenas as empurra para um estoque invisível chamado “depois”. Cada coisa adiada vira um futuro pendente. E futuros pendentes se acumulam. Não em silêncio, mas em forma de ruído interno.

Ansiedade é isso. Futuros demais disputando atenção ao mesmo tempo. Possibilidades abertas que nunca se fecham. Conversas que não aconteceram. Decisões que ficaram para amanhã. Caminhos que não foram escolhidos. O ansioso vive cercado por futuros que exigem resposta, todos ao mesmo tempo.

A depressão opera no eixo oposto. É excesso de passado. Eventos já encerrados que continuam ocupando o presente. Culpa, arrependimento, perdas não elaboradas. Enquanto o ansioso foge para frente, o deprimido fica preso atrás. Ambos sofrem do mesmo mal em direções diferentes: tempo mal processado.

Por isso todo ansioso procrastina. Não por preguiça, mas por saturação. Quando há futuros demais, agir em um significa matar outros. E matar possibilidades dói. Adiar parece menos violento. Até o dia em que o acúmulo cobra juros.

Ezequiel 12 toca exatamente nesse ponto. O povo não negava o juízo, apenas o adiava. Transformou o depois em abrigo emocional. Deus responde mostrando que o adiamento também é uma decisão. Quando a realidade grita e a consciência cochila, Deus sobe o volume. Porque futuros demais não salvam ninguém. O que salva é escolher quais futuros vão deixar de existir e qual deles vai ter a chance de se tornar presente.

03/01/2026

Ezequiel 12 é o capítulo em que Deus confronta um hábito perigoso: adiar. O profeta encena o exílio diante de todos porque o problema já não é falta de aviso, é excesso de postergação. Jerusalém não nega o juízo, apenas o empurra para depois. A bagagem, a saída às pressas e a fuga pela parede expõem o que acontece quando o “ainda não” vira modo de vida.

O contexto reforça o ponto. Ezequiel fala do exílio para quem ainda se sente seguro. A cidade continua funcionando, o culto segue, a liderança governa. Tudo parece estável o suficiente para adiar qualquer correção mais profunda. O exílio já começou na consciência antes de começar na história. Só não foi reconhecido.

Literariamente, o capítulo desmonta dois discursos que sustentam o adiamento. O primeiro diz que o tempo passa e nada acontece. O segundo afirma que, mesmo acontecendo, não será agora. Ambos produzem o mesmo efeito: paralisam a responsabilidade. Deus responde com clareza incômoda. A visão não falhou. O atraso terminou.

No centro do texto está a pedagogia divina. Quando a palavra falada já não alcança, Deus recorre ao gesto. Quando a explicação não convence, entra o corpo. Não por crueldade, mas por insistência. Ainda é comunicação. Ainda é aviso, não sentença definitiva.

Ezequiel 12 mostra que o maior risco espiritual não é a rebeldia aberta, mas a normalização do adiamento. Quando a realidade grita e a consciência cochila, Deus sobe o volume porque ainda quer ser entendido. O problema é que nem todo “depois” permanece disponível.

Curso Reputação e Marketing Pessoal

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09

Gatilhos! Gatilhos!

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Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

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Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

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Análise SWOT de sua marca pessoal

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Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

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Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

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A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

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Análise PESTEL para Marketing Pessoal

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Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

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Análise de Competências de Gallup

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Modelo de Cinco Forças de Porter

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Lições complementares

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Apresentando-se do Jeito Certo

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O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

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Recomendações de Leituras

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Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

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Gatilhos!

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