08/01/2026

Você programa, mas realmente conhece a linguagem de programação que utiliza? Olha só: a extensão do teu “vocabulário” define o tamanho das ideias que você consegue expressar. Vocabulário encurtado, ideias pequenas. Saber pouco de uma linguagem de programação limita o tipo de solução que você consegue desenvolver. Te limita.

E olha, C# por exemplo já foi simples, mas não é mais. Dava para aprender em uma tarde. Hoje, demanda semanas, se é que ainda dá pra saber tudo.

Eu digo que C# tem uma abordagem bem opinativa, um jeitão que é só dela. Orientação a objetos com pitadas de funcional. Conhecer o espírito da linguagem muda o jogo.

Programar do jeito certo em C# implica entender da linguagem, mas também de design, do processo de compilação e do runtime. Não é só escrever código que funciona. É saber o que acontece com ele depois.

Sempre digo que hoje escrevemos um C# açucarado, cheio de facilidades sintáticas, que é convertido em um C# limpinho, que gera um IL de qualidade, que resulta em um assembly de alto desempenho. Mas isso só acontece se formos expressivos.

Aliás, falando em conhecer, é importante estar atento a alguns mitos. Pra começar, tem gente que pensa que o runtime resolve tudo. Não resolve. Outros acham que C# só serve para soluções LoB. Só que não. Eu mesmo já desenvolvi engine 3D, compilador e até banco de dados, o RavenDB. Nem C#, nem .NET foram restrição. Se houve alguma, era minha falta de fluência.

Essas são algumas ideias que vou compartilhar na aula inaugural da nova turma de C# do jeito certo. Semana que vem. Mas vai ter muito mais. Quem vai estar lá?

08/01/2026

Dissonância cognitiva nasce quando duas crenças coexistem, ambas plausíveis e aceitas, mas logicamente incompatíveis.

Ela gera desconforto. Uma exigência interna de coerência. Pensar de verdade é aceitar que algumas ideias queridas não cabem juntas. Maturidade intelectual não é acumular boas crenças. É escolher quais sobrevivem quando entram em colisão.

Durante meus encontros de mentoria, tento com frequência provocar dissonância cognitiva em meus mentorados. Apresento fatos novos, premissas fáceis de aceitar, mas evidentemente conflitantes com o pensamento dominante.

A ideia não é necessariamente desconstruir. Às vezes é fortalecer. Do esforço para compatibilizar o incompatível é que surge a criatividade.

Ontem à noite não foi diferente. Falei sobre decomposição baseada em volatilidade, algo que se afasta bastante da tradicional decomposição funcional.

Gerei desconforto? Acho que sim. Que bom.

08/01/2026

Ezequiel 17 é um capítulo contado como uma parábola. Fala de duas águias, de um cedro do Líbano e de uma videira plantada em boa terra. A história parece agrícola, mas o tema é bem humano: alianças, promessas e a tentação de trocar de apoio quando a situação aperta.

O pano de fundo é um povo frágil, preso entre grandes impérios. A primeira águia representa a Babilônia, que domina Judá e instala um rei vassalo. A segunda águia simboliza o Egito, visto como alternativa de proteção. Judá tenta mudar de lado, acreditando que uma nova aliança traria segurança e autonomia.

A forma do texto já ensina. Águias eram símbolos de poder imperial. O cedro representava força e estabilidade. A videira, não. Ela depende de onde foi plantada. Não cresce para dominar, mas para permanecer. O contraste é intencional: a videira se inclina para outra águia como se pudesse se tornar algo que não é.

O ponto central do capítulo não é a escolha errada de aliados, mas a quebra da palavra. A aliança havia sido firmada com juramento. Rompê-la não é apenas erro político, é falha moral. O texto mostra que o colapso começa quando a fidelidade passa a parecer ingênua demais para tempos difíceis.

Quando trazemos isso para hoje, a pergunta é simples. Quantas vezes chamamos de pragmatismo aquilo que é só medo de sustentar compromissos? Quantas decisões são justificadas como necessárias, quando no fundo são desistências silenciosas?

Curso Reputação e Marketing Pessoal

Masterclasses

01

Introdução do curso

02

Por que sua “reputação” é importante?

03

Como você se apresenta?

04

Como você apresenta suas ideias?

05

Como usar Storytelling?

06

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

07

Escrita efetiva para não escritores

08

Como aumentar (e manter) sua audiência?

09

Gatilhos! Gatilhos!

10

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

11

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

12

Análise SWOT de sua marca pessoal

13

Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

14

Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

16

A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

17

Análise PESTEL para Marketing Pessoal

18

Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

19

Método OKR para Objetivos Pessoais

20

Análise de Competências de Gallup

21

Feedback 360 Graus para Autoavaliação

22

Modelo de Cinco Forças de Porter

23

Estratégia Blue Ocean para Diferenciação Pessoal

24

Análise de Tendências para Previsão de Mercado

25

Design Thinking para Inovação Pessoal

26

Metodologia Agile para Desenvolvimento Pessoal

27

Análise de Redes Sociais para Ampliar Conexões

Lições complementares

28

Apresentando-se do Jeito Certo

29

O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

O que pode estar te impedindo de ter sucesso

Recomendações de Leituras

31

Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

32

Quem é você?

33

Qual a sua “IDEIA”?

34

StoryTelling

35

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

36

Escrita efetiva para não escritores

37

Gatilhos!

38

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

39

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria do Jogos

40

Análise SWOT de sua marca pessoal

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