De todas as coisas que sei, saber o que ainda não sei é o mais útil.
Outro bom saber é o de que têm coisas que nem chego a saber que não sei.
Todo resto costuma ser só vaidade.
De todas as coisas que sei, saber o que ainda não sei é o mais útil.
Outro bom saber é o de que têm coisas que nem chego a saber que não sei.
Todo resto costuma ser só vaidade.
Podendo escolher, faça negócios com quem te celebra, não com quem te tolera.
A diferença aparece rápido: onde há celebração, há respeito; onde há tolerância, há apenas conveniência.
Relações forçadas custam caro. A confiança não se sustenta, a relação fica instável e o trabalho exige esforço constante para compensar a falta de alinhamento.
Meu critério é simples: só vale insistir onde existe vontade real de caminhar junto. É nesse ambiente que a competência encontra espaço para aparecer.
Ezequiel 37. No exílio, com Jerusalém destruída e sem templo, o povo de Deus já não tem esperança. Conhece suas faltas. Sabe que não errou pela primeira vez. Reconhece que não cumpriu a sua parte.
Deus leva o profeta a um vale de ossos muito secos. O detalhe importa. A morte não é recente. É antiga. O cenário não dramatiza. Constata.
Deus pergunta ao profeta se ainda pode haver vida ali. A resposta é humilde e lúcida. Apenas o Senhor sabe. A decisão não cabe ao homem. Então Deus ordena que a palavra seja anunciada. Os ossos se juntam, tornam-se corpos, mas permanecem inanimados.
A lição é clara. Mesmo restaurados, ainda não estamos vivos. Estrutura não é vida. Forma não é fôlego. Sem o sopro de Deus, há apenas morte reorganizada.
Mas Deus quer. E, porque quer, sopra vida. Repete o gesto de Gênesis. A criação acontece outra vez. A decisão é sempre essa: onde Ele sopra, a vida volta a existir.
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