Porque entendemos que nem toda empresa precisa ser de tecnologia. Mas não existe atividade relevante que não dependa dela.
A tecnologia pode ser habilitadora, acelerando e viabilizando estratégias. Ou pode virar restrição, dificultando ou inviabilizando iniciativas.
Temos clientes em que uma simples adequação a uma norma já é um desafio. O código é tão antigo que depende de sistemas operacionais que não são mais suportados, sem atualização, sem patches de segurança. O risco é real. E o mais grave: quem tem a caneta, muitas vezes, não enxerga o risco até ele virar problema.
Nas empresas maiores e mais tradicionais, isso é comum. O negócio não evolui porque qualquer mudança em sistemas leva pelo menos seis meses.
Hoje, não é mais responsável falar de negócios sem falar de tecnologia. E não faz sentido desenvolver tecnologia sem entender, de verdade, o negócio.
É aí que entramos. Conectamos esses dois mundos. Ajudamos empresários a entender onde o planejamento estratégico vai esbarrar no digital. Ajudamos a decidir o que pode esperar e o que não pode. E ajudamos quem é de tecnologia a traduzir suas dores de um jeito que o negócio entende.
Já vimos decisões travadas destravarem em dias. O que levava meses começa a andar.
Foi por isso que formei um time diferente. Gente muito boa em tecnologia, que domina arquitetura, código, nuvem e dados, mas que também entende e fala de negócios.
Tecnologia é importante demais para ficar confinada às áreas técnicas. E cara demais quando fica.