22/01/2026

No princípio a terra era disforme e as trevas cobriam a face do abismo. E então Deus fez a luz e viu que era bom.

Simbolicamente, luz e trevas podem ser interpretadas como conhecimento, ou a falta dele. Assim, quando se diz que as trevas cobriam a face do abismo, podemos entender que a falta de conhecimento encobria o perigo.

Com a luz, entretanto, o abismo se torna visível. Ele continua lá. Torna-se talvez mais assustador. Mas o perigo deixa de ser oculto. Cair deixa de ser acidente e se transforma em escolha.

Na vida, acontece sempre o mesmo. Quantas vezes não caminhamos pelo mundo confiantes e confortáveis na ignorância? Em trevas. No escuro.

Aproximar-se de Deus implica adaptar-se ao jeito dele. E com Ele, há luz. A confiança ignorante precisa deixar de ter espaço e ser substituída pela consciência. E essa consciência pode ser tão incômoda que, quem sabe, até nos faça sentir saudade de como nos sentíamos quando não enxergávamos.

Mas Deus, em seu infinito amor, não quer que sejamos vítimas do que parece acaso. Para quem ficou muito tempo no escuro da noite, os raios do sol incomodam a visão. Mas é apenas questão de hábito.

22/01/2026

Orgulho é ler a própria história começando do meio. É esquecer que tudo o que existe é sustentado. Nada é fonte de si mesmo.

O orgulho raramente nasce do fracasso. Ele floresce no sucesso contínuo, quando tudo funciona bem por tempo suficiente para que a dependência se torne invisível. O que era dom passa a ser tratado como direito.

O problema não está na grandeza em si, mas na desproporção entre o que alguém é e o que acredita ser por si mesmo.

22/01/2026

Ezequiel 31 apresenta um oráculo contra o Egito, personificado em Faraó, por meio de uma parábola. Ele é comparado a um cedro grandioso, nutrido por muitas águas, superior às demais árvores e abrigo para povos e nações. O problema não é a grandeza, mas o orgulho que dela nasce. Por isso, o cedro é derrubado por um poder estrangeiro, seu colapso se espalha ao redor e termina no Sheol, entre outros impérios caídos. A aplicação é direta: assim é Faraó. O juízo não surpreende, apenas se cumpre.

O cedro, porém, não se limita ao Egito histórico. Ele evoca impérios anteriores, especialmente a Assíria já destruída, revelando um padrão recorrente. Poder que cresce, se absolutiza e se entende como exceção termina sempre do mesmo modo. O Éden mencionado não aponta para salvação, mas para a ilusão de singularidade. A história, aqui, não é aleatória. Ela ensina. Ignorar seus exemplos é aceitar repetir seu fim.

O centro do capítulo está na leitura do sucesso. O cedro cresce porque recebe água, mas passa a interpretar a altura como origem, não como consequência. A queda começa quando a gratidão cede lugar à autossuficiência. O ataque externo apenas torna visível um colapso que já ocorreu por dentro. O texto sugere que o orgulho raramente nasce do fracasso. Ele nasce da prosperidade prolongada sem vigilância. Lideranças são julgadas porque moldam a interpretação da realidade. Quando erram nessa leitura, comprometem tudo o que sustentam.

No fundo, o capítulo afirma uma ordem moral da criação. Tudo o que existe é sustentado. Nada é fonte de si mesmo. Quando a criatura tenta ocupar o lugar da origem, rompe a harmonia do cosmos. O Sheol aparece como símbolo do nivelamento final, onde toda pretensão de singularidade se dissolve. A lógica é simples e severa: altura sem humildade é instável. A queda não é um capricho divino, é consequência ontológica.

Curso Reputação e Marketing Pessoal

Masterclasses

01

Introdução do curso

02

Por que sua “reputação” é importante?

03

Como você se apresenta?

04

Como você apresenta suas ideias?

05

Como usar Storytelling?

06

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

07

Escrita efetiva para não escritores

08

Como aumentar (e manter) sua audiência?

09

Gatilhos! Gatilhos!

10

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

11

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

12

Análise SWOT de sua marca pessoal

13

Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

14

Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

16

A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

17

Análise PESTEL para Marketing Pessoal

18

Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

19

Método OKR para Objetivos Pessoais

20

Análise de Competências de Gallup

21

Feedback 360 Graus para Autoavaliação

22

Modelo de Cinco Forças de Porter

23

Estratégia Blue Ocean para Diferenciação Pessoal

24

Análise de Tendências para Previsão de Mercado

25

Design Thinking para Inovação Pessoal

26

Metodologia Agile para Desenvolvimento Pessoal

27

Análise de Redes Sociais para Ampliar Conexões

Lições complementares

28

Apresentando-se do Jeito Certo

29

O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

O que pode estar te impedindo de ter sucesso

Recomendações de Leituras

31

Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

32

Quem é você?

33

Qual a sua “IDEIA”?

34

StoryTelling

35

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

36

Escrita efetiva para não escritores

37

Gatilhos!

38

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

39

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria do Jogos

40

Análise SWOT de sua marca pessoal

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