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20/06/2026

Lucas 9 é um capítulo que nos tira da fé confortável. Ele começa com os discípulos recebendo autoridade para pregar, curar e libertar, mas termina mostrando que seguir Jesus exige muito mais do que entusiasmo religioso. O capítulo inteiro parece perguntar se queremos apenas os benefícios de estar perto de Cristo ou se estamos dispostos a caminhar com ele no caminho que ele escolheu.

No episódio da multiplicação dos pães, os discípulos querem despedir a multidão. Jesus, porém, responde: “Dai-lhes vós de comer”. Essa frase é uma provocação para o dia a dia. Muitas vezes, diante da necessidade dos outros, preferimos terceirizar a responsabilidade. Jesus ensina que o pouco que temos, quando entregue a ele, pode se tornar suficiente. O milagre não elimina nossa participação. Ele passa por nossas mãos.

A transfiguração mostra a glória de Cristo, mas essa glória não é fuga da realidade. Pedro queria permanecer no monte, como quem deseja transformar a experiência espiritual em abrigo permanente. Mas Jesus desce. E, no vale, há dor, impotência, gente sofrendo e discípulos ainda imaturos. Isso também fala conosco. A fé não se mede apenas nos momentos elevados, mas na disposição de descer do monte para servir onde a vida pesa.

Outro ponto forte do capítulo é a disputa dos discípulos sobre quem seria o maior. Eles estavam perto de Jesus, mas ainda pensavam com a lógica do prestígio. Jesus coloca uma criança no centro e redefine grandeza. No Reino de Deus, grande não é quem aparece mais, manda mais ou controla mais. Grande é quem acolhe, serve e se importa com quem não pode retribuir.

A grande lição de Lucas 9 para o dia a dia é que não basta admirar Jesus. É preciso ajustar a vida ao caminho dele. Seguir Cristo é transformar poder em serviço, fé em responsabilidade e admiração em obediência. É parar de perguntar apenas o que Deus pode fazer por nós e começar a perguntar o que ele quer fazer através de nós.

19/06/2026

Lucas 8 é um capítulo sobre respostas. Ao longo do texto, pessoas muito diferentes encontram o mesmo Jesus, ouvem as mesmas palavras e testemunham o mesmo poder. Ainda assim, os resultados são completamente distintos. A parábola do semeador, que abre o capítulo, já apresenta essa ideia. A semente é boa e o semeador é generoso. O que muda é o solo. O problema não está na mensagem, mas na forma como ela é recebida.

Essa mesma dinâmica aparece na tempestade enfrentada pelos discípulos. Mesmo tendo caminhado com Jesus e presenciado milagres, eles são dominados pelo medo quando o barco começa a afundar. Após acalmar o vento e as ondas, Jesus não destaca a força da tempestade, mas a fragilidade da fé deles. O episódio ensina que a presença de Cristo não elimina as dificuldades da vida, mas muda a maneira como elas devem ser enfrentadas.

Em seguida, Lucas apresenta o encontro com o homem possuído por uma legião de demônios. Depois de ser libertado, ele deseja seguir Jesus. Já os habitantes da região, ao presenciarem o mesmo milagre, pedem que Jesus vá embora. É um contraste impressionante. Alguns enxergam libertação e esperança; outros enxergam apenas perturbação e perda. O mesmo acontecimento produz reações opostas porque revela o que existe no coração de cada pessoa.

A história da mulher que sofria havia doze anos e a de Jairo aprofundam ainda mais esse tema. A mulher se aproxima em silêncio, movida pela fé, acreditando que um simples toque seria suficiente. Jairo continua confiando mesmo quando recebe a notícia de que sua filha morreu. Ambos encontram em Jesus aquilo que não encontraram em nenhum outro lugar. A fé não elimina a dor nem encurta necessariamente a espera, mas permite continuar caminhando quando as circunstâncias parecem dizer que tudo acabou.

No fim, Lucas 8 nos convida a fazer uma pergunta simples e desconfortável: como temos respondido a Jesus? A mesma Palavra é anunciada a todos. A mesma graça é oferecida a todos. Alguns a ignoram, outros a rejeitam, e outros permitem que ela transforme suas vidas. A grande lição do capítulo é que não são apenas os acontecimentos que definem nosso destino, mas a forma como respondemos àquilo que Deus está fazendo diante de nós. O solo faz toda a diferença.

18/06/2026

Lucas 7 é um capítulo que revela de maneira extraordinária quem Jesus é e como ele age diante das pessoas. A narrativa começa com um centurião romano, um oficial do exército de ocupação, que demonstra uma fé tão profunda que recebe um dos maiores elogios feitos por Jesus: nem mesmo em Israel ele havia encontrado fé semelhante. O centurião compreende que Jesus possui autoridade sobre a doença da mesma forma que um comandante possui autoridade sobre seus soldados. Sua confiança não depende da presença física de Jesus, mas da certeza de que uma única palavra sua seria suficiente.

Em seguida, Lucas registra um episódio exclusivo de seu evangelho: a ressurreição do filho da viúva de Naim. A cena é marcada pela compaixão. A mulher já havia perdido o marido e agora perdia também seu único filho, o que significava não apenas dor emocional, mas também insegurança social e econômica. Antes mesmo que alguém lhe pedisse ajuda, Jesus se compadece dela. Ao tocar o esquife funerário, ele demonstra que sua presença vence aquilo que parecia definitivo. Onde a morte trazia desespero, ele traz vida e esperança.

O capítulo também apresenta um momento surpreendente na vida de João Batista. Preso por Herodes, João envia mensageiros para perguntar se Jesus é realmente o Messias esperado. A dúvida não nasce de incredulidade, mas do choque entre suas expectativas e a forma como Jesus estava cumprindo sua missão. Em vez de responder diretamente, Jesus aponta para os sinais profetizados por Isaías: cegos enxergam, coxos andam, leprosos são purificados, mortos ressuscitam e os pobres recebem as boas notícias. Suas obras falavam mais alto do que qualquer declaração.

Apesar da dúvida momentânea de João, Jesus faz uma das maiores afirmações de todo o evangelho ao dizer que entre os nascidos de mulher ninguém era maior do que ele. Ainda assim, afirma que o menor no Reino de Deus é maior, destacando o privilégio daqueles que viveriam plenamente a realidade inaugurada por sua vinda. Lucas mostra que a história está atravessando uma transição decisiva: João representa o auge da antiga aliança, enquanto Jesus inaugura uma nova etapa da relação entre Deus e a humanidade.

O capítulo termina com a emocionante cena da mulher pecadora que unge os pés de Jesus com lágrimas e perfume. Enquanto o fariseu anfitrião enxerga apenas o passado daquela mulher, Jesus vê seu arrependimento e sua fé. O contraste é marcante: um soldado romano demonstra fé, uma viúva recebe compaixão, um profeta enfrenta dúvidas sinceras, uma pecadora manifesta amor profundo e um religioso permanece cego para a graça diante de seus olhos. A grande lição de Lucas 7 é que a proximidade com Deus não depende de posição, reputação ou conhecimento religioso, mas da disposição de reconhecer a própria necessidade e confiar nele.

Curso Reputação e Marketing Pessoal

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01

Introdução do curso

02

Por que sua “reputação” é importante?

03

Como você se apresenta?

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Como aumentar (e manter) sua audiência?

09

Gatilhos! Gatilhos!

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Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

11

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

12

Análise SWOT de sua marca pessoal

13

Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

14

Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

16

A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

17

Análise PESTEL para Marketing Pessoal

18

Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

19

Método OKR para Objetivos Pessoais

20

Análise de Competências de Gallup

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Feedback 360 Graus para Autoavaliação

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Modelo de Cinco Forças de Porter

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Estratégia Blue Ocean para Diferenciação Pessoal

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Análise de Tendências para Previsão de Mercado

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Design Thinking para Inovação Pessoal

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Metodologia Agile para Desenvolvimento Pessoal

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Análise de Redes Sociais para Ampliar Conexões

Lições complementares

28

Apresentando-se do Jeito Certo

29

O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

O que pode estar te impedindo de ter sucesso

Recomendações de Leituras

31

Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

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Quem é você?

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Qual a sua “IDEIA”?

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StoryTelling

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Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

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Escrita efetiva para não escritores

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Gatilhos!

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Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

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Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria do Jogos

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