04/01/2026

Quero compartilhar dois objetivos importantes para 2026. Este é o ano em que decidi consolidar e publicar dois livros que vêm sendo construídos ao longo de muitos anos de prática real.

O primeiro é um livro sobre arquitetura de software. Não é mais um livro sobre frameworks, modismos ou diagramas bem apresentados. Ele parte de uma pergunta simples e incômoda: o que, de fato, faz uma arquitetura funcionar quando o sistema cresce, a pressão aumenta e o contexto muda. Vou reunir conceitos que venho aplicando e discutindo há anos em mentorias e projetos reais, em cenários de escala, transformação e crise. Arquitetura quantitativa e qualitativa, o impacto concreto da inteligência artificial, o que mudou de verdade nos últimos anos e o que continua essencial. A ideia é escrever em inglês e publicar por uma grande editora internacional. Penso esse livro como um mapa para navegar sistemas vivos, não como um manual de peças.

O segundo livro é sobre o metamodelo para criação. Aqui o foco é autoralidade. Trata-se de um conceito que desenvolvi e venho aplicando na Exímia há bastante tempo. Não é uma teoria abstrata nem um exercício acadêmico. É um framework criado, testado e validado na prática, usado para ajudar empresas a estruturar negócios, desenvolver capabilities e criar coisas que param de pé. Esse livro nasce como um esqueleto para o pensamento criativo, algo que sustenta a criação mesmo quando o contexto muda. Por isso, ele será escrito em português e pensado para um público amplo, não apenas técnico.

O que me credencia a escrever esses livros é a combinação entre conceito e prática. São anos unindo conhecimento técnico profundo com aplicação real, repetida, ajustada e comprovada em contextos diversos. No livro de arquitetura, a promessa é direta: entregar arquitetura de software na prática, organizada de um jeito que o mercado ainda não viu, separando o que funciona do que não funciona, o que faz diferença do que é apenas discurso. No livro do metamodelo, a promessa é oferecer um caminho concreto para criar, estruturar e evoluir ideias, produtos e organizações sem depender de improviso constante.

Este é o momento certo para escrever esses livros. Não fazê-lo agora seria perder alcance. Muito do que está ali já vem sendo compartilhado em conversas, mentorias e projetos. O que muda é a escala. E isso importa.

Vai dar trabalho. Bastante. Por isso, deixo aqui também um pedido de apoio, torcida e conversa. Qual desses temas mais te provoca hoje, arquitetura de software ou criação de novos negócios e capabilities? Se fizer sentido para você, me diga. Vou me envolver de verdade para fazer algo incrível e quero você acompanhando esse processo comigo.

04/01/2026

Fui na padaria de um posto de gasolina, agora há pouco. Aqui, numa cidade pequena, aquilo é ponto de encontro.

Entrei, fui até o balcão, e ali reparei num aviso: nos domingos, somente retirada. Pegue e leve. A opção de sentar e comer no local não estava mais disponível.

Na hora, tentei achar uma explicação. Pensei em falta de demanda. Verão, gente na praia, talvez o movimento não justificasse manter a operação completa no domingo. Mas não era isso. O problema não era demanda. Era falta de mão de obra.

É fácil, de fora, fazer uma leitura apressada. Imaginar que as pessoas não queiram trabalhar no domingo porque o trabalho é mais pesado, ou porque a remuneração talvez não seja boa. Mas isso é suposição. Eu não sei quanto a padaria paga. Não sei se paga bem ou mal. E nem entro nesse mérito.

O fato é outro. Falta gente. E quando falta gente, o negócio não consegue operar como poderia. Reduz serviço, reduz experiência, reduz faturamento. No caso da padaria, isso significa menos vendas e também a perda de algo que não aparece no caixa: o papel de ponto de encontro da cidade.

E é aqui que o problema deixa de ser local. Porque eu vivo algo parecido na Exímia, em condições bem diferentes. Demanda existe. Trabalho existe. Buscamos gente muito qualificada. Pagamos bem. Ainda assim, deixo de atender clientes pela dificuldade de formar e manter pessoas no nível de excelência e confiança que o trabalho exige.

O efeito, no fim, é o mesmo. Falta gente. A operação não escala. O atendimento é limitado. E isso se converte em prejuízo. Não por falta de mercado, não por falta de oportunidade, mas por incapacidade prática de entregar.

Pois é.

04/01/2026

Ilusões bem-intencionadas quase sempre nascem de um impulso compreensível: proteger do sofrimento. A dor é grande demais, o medo é real demais, então alguém oferece uma palavra que acalma. O gesto parece cuidado. O problema é que consolo sem verdade não cura, apenas adia. E todo adiamento cobra juros.

Esse tipo de ilusão costuma se apresentar como responsabilidade. “Não é hora de alarmar.” “Depois a gente trata disso.” “Vamos manter a esperança.” Soa maduro, soa sensato. Mas, no fundo, é uma tentativa de manter tudo funcionando sem mexer no que sustenta. A estrutura está comprometida, mas o acabamento compra tempo. Até a realidade bater. Ela sempre bate.

Há algo ainda mais sutil. Ilusões bem-intencionadas preservam identidades. Permitem continuar sendo o mesmo líder, a mesma comunidade, a mesma narrativa, sem admitir que algo quebrou. Por isso seduzem tanto. A verdade exige perda. A ilusão promete continuidade. Só que continuidade falsa não constrói futuro, apenas prolonga o colapso.

A verdade pode ferir no início, mas devolve chão. A ilusão conforta rápido, mas rouba o amanhã. E, no fim, não é crueldade desmontar o engano. É misericórdia. Porque só quando a ilusão cai é que algo real pode ser reconstruído.

Curso Reputação e Marketing Pessoal

Masterclasses

01

Introdução do curso

02

Por que sua “reputação” é importante?

03

Como você se apresenta?

04

Como você apresenta suas ideias?

05

Como usar Storytelling?

06

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

07

Escrita efetiva para não escritores

08

Como aumentar (e manter) sua audiência?

09

Gatilhos! Gatilhos!

10

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

11

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

12

Análise SWOT de sua marca pessoal

13

Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

14

Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

16

A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

17

Análise PESTEL para Marketing Pessoal

18

Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

19

Método OKR para Objetivos Pessoais

20

Análise de Competências de Gallup

21

Feedback 360 Graus para Autoavaliação

22

Modelo de Cinco Forças de Porter

23

Estratégia Blue Ocean para Diferenciação Pessoal

24

Análise de Tendências para Previsão de Mercado

25

Design Thinking para Inovação Pessoal

26

Metodologia Agile para Desenvolvimento Pessoal

27

Análise de Redes Sociais para Ampliar Conexões

Lições complementares

28

Apresentando-se do Jeito Certo

29

O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

O que pode estar te impedindo de ter sucesso

Recomendações de Leituras

31

Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

32

Quem é você?

33

Qual a sua “IDEIA”?

34

StoryTelling

35

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

36

Escrita efetiva para não escritores

37

Gatilhos!

38

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

39

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria do Jogos

40

Análise SWOT de sua marca pessoal

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