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12/04/2026

Deixa eu compartilhar uma lição que aprendi, mas que vez ou outra esqueço.

Nunca abra mão de ser protagonista da sua vida. Há coisas que não dependem da vontade de ninguém. Isso é só Deus. Mas há outras que dependem de você.

As decisões mais importantes da sua vida, da sua carreira e dos seus relacionamentos devem ser suas. Não se coloque em posição passiva. Não seja coadjuvante.

Não gosto da ideia de que alguém determine qual será a minha remuneração. Eu faço a minha parte, aprendo o que for necessário, mas não me submeto à vontade dos outros. Faço questão de ampliar meu espaço de protagonismo. Você também deveria.

Também não gosto da ideia de que alguém decida se eu faço ou não parte. Eu sei que não sou senhor dos lugares nem dos corações, mas não posso ser escravo da aceitação alheia. Se um lugar não é meu, não quero. Melhor não querer.

Geralmente, me decepciono quando tento barganhar permanência. Custa caro. De repente, sou “despejado”.

Quando você assume uma posição passiva, de coadjuvante, passa a viver a partir da vontade dos outros.

Raramente dá certo.

Não se coloque como coadjuvante. Seja protagonista. Sempre.

12/04/2026

Zacarias 2 começa com uma imagem simples, mas carregada de significado. Um homem sai para medir Jerusalém. Medir, naquele contexto, é definir limites, planejar reconstrução e garantir segurança. É a forma natural de pensar uma cidade depois de um período de destruição. Mas o próprio texto interrompe essa lógica. Jerusalém não será reconstruída dentro desses parâmetros. Ela será maior do que dá para medir. Isso já aponta para algo importante na interpretação. O povo estava pensando dentro de limites normais. Deus não.

A ideia de uma cidade sem muros, para quem ouvia, não era bonita. Era perigosa. Muros significavam proteção, estabilidade, sobrevivência. Sem muros, a cidade ficava exposta. E é exatamente aí que o texto muda o eixo. Deus não ignora a vulnerabilidade. Ele redefine a fonte de segurança. Em vez de estrutura, Ele se apresenta como proteção. Um muro de fogo ao redor e glória no meio. A cidade continua vulnerável aos olhos humanos, mas não no plano de Deus.

O chamado para sair da Babilônia aprofunda ainda mais essa leitura. O exílio já tinha acabado. O povo tinha liberdade para voltar. Mesmo assim, muitos ficaram. Não por impossibilidade, mas por acomodação. Babilônia deixou de ser só um lugar de cativeiro e virou um lugar funcional, estável, confortável. O texto então não fala apenas de geografia, mas de posicionamento. Tem gente fora do lugar onde Deus está agindo, não porque não pode voltar, mas porque prefere a estabilidade fora do lugar certo.

Quando Deus diz que quem toca no povo toca na menina dos seus olhos, Ele fala isso para um povo pequeno, frágil e sem estrutura. Isso muda o peso da frase. Não é uma declaração genérica de amor. É uma afirmação de proteção ativa em um momento de vulnerabilidade real. Aos olhos humanos, aquele povo parecia exposto. Do ponto de vista de Deus, era intocável.

O capítulo termina ampliando tudo. Jerusalém deixa de ser apenas um centro nacional e passa a ser um ponto de encontro entre Deus e vários povos. Muitas nações se unirão ao Senhor. Isso muda a escala da promessa. O que parecia uma reconstrução local revela algo maior. No fim, o texto não está só descrevendo uma cidade diferente. Está mostrando uma forma diferente de pensar segurança, pertencimento e alcance. E interpretar bem esse capítulo exige segurar essa tensão. O que parece vulnerável pode ser exatamente onde Deus está agindo.

11/04/2026

Perdi a conta de quantas vezes tentei usar sistemas de gestão de tarefas pessoais. Em todas, falhei.

O problema nunca foi o sistema. Sempre foi a minha falta de disciplina no longo prazo. Com o tempo, eu simplesmente parava. Deixava de anotar. Deixava de olhar.

Agora, voltei ao Todoist, mas de um jeito diferente. Integrei a Márcia, minha agente do OpenClaw. A ideia é simples: ela usa o Todoist por mim. Cria tarefas, organiza e mantém tudo como uma memória do que eu preciso fazer.

Terminou uma reunião, ela pega a transcrição e, enquanto faz o resumo, já identifica e registra as tarefas.

Como eu uso time-boxing como forma de entrega, ela também bloqueia a agenda todos os dias, atualiza, enriquece e mantém tudo em uma memória episódica.

No fim, não resolvi disciplina. Resolvi o sistema ao redor dela.

Curso Reputação e Marketing Pessoal

Masterclasses

01

Introdução do curso

02

Por que sua “reputação” é importante?

03

Como você se apresenta?

04

Como você apresenta suas ideias?

05

Como usar Storytelling?

06

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

07

Escrita efetiva para não escritores

08

Como aumentar (e manter) sua audiência?

09

Gatilhos! Gatilhos!

10

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

11

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

12

Análise SWOT de sua marca pessoal

13

Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

14

Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

16

A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

17

Análise PESTEL para Marketing Pessoal

18

Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

19

Método OKR para Objetivos Pessoais

20

Análise de Competências de Gallup

21

Feedback 360 Graus para Autoavaliação

22

Modelo de Cinco Forças de Porter

23

Estratégia Blue Ocean para Diferenciação Pessoal

24

Análise de Tendências para Previsão de Mercado

25

Design Thinking para Inovação Pessoal

26

Metodologia Agile para Desenvolvimento Pessoal

27

Análise de Redes Sociais para Ampliar Conexões

Lições complementares

28

Apresentando-se do Jeito Certo

29

O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

O que pode estar te impedindo de ter sucesso

Recomendações de Leituras

31

Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

32

Quem é você?

33

Qual a sua “IDEIA”?

34

StoryTelling

35

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

36

Escrita efetiva para não escritores

37

Gatilhos!

38

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

39

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria do Jogos

40

Análise SWOT de sua marca pessoal

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