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Notas quase diárias sobre tecnologia, negócios, liderança e fé. Texto curto, ideia inteira — do jeito que eu penso antes de resolver um problema de verdade.

Elemar Júnior

Ceo da eximia.co

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03/08/2026

Segunda-feira. Oito da manhã. Atos 9.

O seu passado não precisa definir o seu futuro. Essa, para mim, é a grande lição de Atos dos Apóstolos, capítulo 9.

Nesse capítulo, acontece a conversão de Saulo. O próprio Cristo aparece a ele e pergunta: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” Até então, Saulo era o maior perseguidor dos cristãos. Depois desse encontro, ele fica cego por três dias.

Esses três dias são ricos em simbolismo. Eles representam a morte do velho Saulo para o nascimento de uma nova vida. O perseguidor dos cristãos dá lugar àquele que se tornaria um dos maiores responsáveis pela expansão do cristianismo e autor de boa parte das cartas do Novo Testamento.

A história de Saulo mostra que o passado explica parte da nossa história, mas não precisa determinar o nosso destino. Quando respondemos ao chamado de Deus, aquilo que parecia nos condenar pode se tornar parte do propósito que Ele tem para nós.

Atos 9.

02/08/2026

Domingo. Nove da manhã. Atos 8.

A perseguição que os cristãos sofreram, descrita em Atos dos Apóstolos, capítulo 8, tinha como objetivo abafar o movimento. Mas, na prática, acabou espalhando aqueles que acreditavam em Cristo. Como consequência, cada vez mais pessoas começaram a ouvir sobre Cristo e a se converter.

Atos dos Apóstolos 8 descreve exatamente isso. Nesse momento, Saulo, que depois viria a ser Paulo, continua perseguindo os cristãos. Mas eles se espalham, anunciam a Palavra e levam o evangelho a novos lugares. Filipe também proclama Cristo, e muitas pessoas se convertem.

Enfim, cara, isso é lindo. Porque mostra que o mundo é imprevisível e complexo. Relações de causalidade são difíceis de estabelecer. Muitas vezes, aquilo que parece uma derrota acaba se tornando o caminho para algo muito maior.

O que precisamos fazer é dar o nosso melhor, apesar das dificuldades. Porque, mesmo quando somos atacados, se estivermos fazendo a coisa certa, Deus pode transformar até a oposição em instrumento para cumprir os Seus propósitos.

01/08/2026

Sábado. Oito da manhã. Atos 7.

Conhecer o passado é importante. Ele nos ajuda a identificar padrões e evitar que os mesmos erros se repitam, embora exista uma tendência à repetição.

Mas reconhecer um padrão não significa ter coragem para rompê-lo.

Também é fato que nem sempre as pessoas recebem bem aquilo que precisam ouvir. Aliás, a verdade geralmente incomoda. Curioso, né?

Essas são algumas das lições de Atos dos Apóstolos, capítulo 7, onde encontramos Estêvão, o primeiro mártir cristão.

Apresentado em Atos 6, Estêvão faz, no capítulo seguinte, um dos discursos mais longos do livro. Ele relembra a história daquele povo e mostra como os mesmos erros vinham sendo repetidos. Seus ouvintes, porém, rejeitam a mensagem, e ele acaba apedrejado.

Em muitos aspectos, Estêvão segue o caminho de Cristo. Inclusive na rejeição sofrida por dizer a verdade.

Conhecer a história não basta. É preciso perceber quando estamos repetindo os mesmos erros e ter coragem para romper o padrão.

Atos 7.

31/07/2026

Sexta-feira. Sete da manhã. Atos 6.

O que eu aprendi como empresário é que aquilo que fez o teu negócio funcionar até ontem não funciona mais quando você cresce. A escala destrói sonhos. Eu vivo falando isso o tempo todo. E é importante reconhecer a necessidade de se adaptar.

“Poxa, sempre fiz assim.” Se você sempre fez assim, vai continuar tendo os mesmos resultados e acabar travando o seu crescimento. Então não reclama, tá?

Essa é uma das lições de Atos dos Apóstolos, capítulo 6. Nesse capítulo, os apóstolos começam a enfrentar dificuldades para organizar o grupo diante da quantidade de pessoas que, a partir daquele momento, faziam parte da comunidade.

Surge uma reclamação sobre o tratamento dado às viúvas de origem grega na distribuição de alimentos. A situação chega a um ponto em que eles precisam rever a estrutura e designar pessoas responsáveis por organizar a casa, para que possam se concentrar naquilo que realmente é importante.

Crescer dói.

29/07/2026

Quarta-Feira. Sete da manhã. Atos 4

Olha só, você não precisa deixar de sentir medo para agir, tá? Aliás, a verdadeira coragem aparece justamente quando você age apesar do medo. Essa, para mim, é a lição central de Atos dos Apóstolos, capítulo 4.

Nesse capítulo, Pedro e João enfrentam as autoridades depois da cura do homem que não podia andar, narrada no capítulo anterior. Eles são questionados, ameaçados e pressionados, mas permanecem firmes. Tudo isso acontece pouco tempo depois da crucificação de Cristo, um episódio profundamente dramático. Pedro havia negado Jesus, e os dois sabiam o que poderia acontecer com quem contrariasse aquelas autoridades.

Eles conheciam o risco. Mesmo assim, entendiam que o propósito deles era maior e continuaram agindo. Na vida, a gente precisa fazer o mesmo. Quando sabe que algo é certo, precisa persistir, mesmo diante do medo. Porque coragem não é ausência de medo. É fidelidade ao propósito apesar dele. Graças a Deus.

28/07/2026

Terça-feira. Sete da manhã. Atos 3

Será que aquilo que você está pedindo é, de fato, o que você precisa? Será que aquilo que as pessoas te pedem é, de fato, o que você deve oferecer? Será que o que te falta realmente te impede de ajudar?

Essas são, para mim, algumas das principais reflexões de Atos dos Apóstolos, capítulo 3.

Em Atos 3, Pedro encontra um homem coxo de nascença que pedia prata e ouro em um dos portões do templo. Mas Pedro diz: “Prata nem ouro eu tenho. Mas posso te dar outra coisa.”

Então, ele o cura. Aquele homem, coxo de nascença, se levanta e finalmente entra no templo. Naquela época, pessoas com determinadas limitações físicas enfrentavam restrições para participar plenamente da vida religiosa.

Mais uma vez, Pedro faz um grande discurso. Mais uma vez, um sinal acontece. E, mais uma vez, tudo acontece em nome de Jesus.

Então fica a reflexão: nem sempre as pessoas precisam daquilo que estão pedindo. E nem sempre aquilo que falta para você impede que faça a diferença na vida de alguém.

27/07/2026

Segunda-feira. Seis da manhã. Atos 2.

Todas as limitações do passado definem as tuas limitações para o futuro? Claro que não.

Principalmente os teus erros do passado não falam sobre quem você é. O que fala sobre quem você é é onde você quer chegar.

Essa, para mim, é a lição central de Atos dos Apóstolos, capítulo 2.

Em Atos 2, além do episódio de Pentecostes, você tem o famoso sermão de Pedro. Sermão, discurso, enfim.

Pedro inicia sua vida missionária de forma muito ativa em Atos 2, conforme escrito por Lucas. Pedro é aquele mesmo cara que negou Cristo três vezes, mas que, pouco tempo depois, faz um discurso forte, público, se reposiciona e demonstra arrependimento.

É o mesmo Pedro.

O teu passado não define o teu futuro.

25/07/2026

O discípulo mais amado.

Agora uma curiosidade que sempre me chamou a atenção.

Pergunta para alguém: quem é o discípulo amado?

A resposta vai ser: João.

Aí você pergunta: “Mas isso está na Bíblia?”

Está.

“Em que livro?”

No Evangelho de João.

Foi João quem registrou a expressão “o discípulo a quem Jesus amava”. E todo mundo ligou essa expressão a João.

Bom posicionamento, né?

Claro, respeitando a tradição cristã e o evangelista.

25/07/2026

Sábado. Oito da manhã. João 21.

Algumas pessoas têm uma vida tão desinteressante que acabam gastando mais tempo cuidando da vida dos outros do que da própria. Por favor, não seja esse tipo de pessoa.

Essa, para mim, é uma das lições centrais de João, capítulo 21. Pedro olha para João e pergunta: “Senhor, e este?”. Cristo responde: “Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-me.”

Pedro queria saber o que aconteceria com João. Cristo o traz de volta para aquilo que realmente importava: o próprio chamado.

Essa lição continua atual. Não gaste tempo demais olhando para a vida dos outros. Quem vive preocupado com o caminho alheio acaba se distraindo do próprio.

O chamado de Cristo continua o mesmo: “Quanto a ti, segue-me.”

João, capítulo 21.

24/07/2026

Sexta-feira. Nove da Manhã. João 20.

Tem momentos na vida em que a gente tem evidências suficientes para nos apontar uma realidade. Mas, mesmo assim, a gente paralisa buscando mais uma prova, mais uma prova.

Aliás, eu já ouvi gente dizendo: “Poxa, eu preciso só de mais uma comprovação, algo que me dê certeza absoluta.”

Nesse momento, a gente ultrapassou o limite da prudência e entrou na resistência. Resistência paralisante.

Essa, para mim, é uma das lições centrais de João, capítulo 20. Em João 20, nós temos o episódio do famoso Tomé, que diz que só acredita vendo. Aliás, colocando o dedo nas feridas de Cristo.

Cristo dá essa oportunidade para ele, mas não sem uma advertência: “Bem-aventurados aqueles que creem sem ver.”

Pois é, é sobre fé. A fé é o fundamento daquilo que se espera e a prova das coisas que não se veem. Está em Hebreus 11:1.

É sobre isso. Acreditar nas evidências para que a gente tenha potência, e não resistência.

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Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

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Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

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Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

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O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

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Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

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