Se tem uma coisa que eu abomino é a busca por vantagens pequenas.
A exploração do mais fraco.
A esperteza vil.
Quase sempre sustentadas pela ilusão de força, pela certeza momentânea de impunidade, pela ideia de que certas escolhas não cobram preço.
Mas posições se invertem. Força passa. Contextos mudam.
Ninguém está onde está de graça.
Há no mundo os givers e os takers.
À primeira vista, no primeiro contato, os takers levam vantagem.
No longo prazo, a vida ensina.