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25/02/2026

Orgulho ilusório é achar que a minha cabeça dá conta do mundo.

É viver como se eu fosse a régua da realidade.

É tocar a vida sozinho, sem um fundamento maior, e chamar isso de força.

É confiar na história que eu conto para mim mesmo.

E chamar de estabilidade um chão que eu nunca parei para testar.

25/02/2026

Oseias 5 desloca o foco para as lideranças e expõe o eixo da crise: o orgulho.

Sacerdotes, casa real e povo são chamados à responsabilidade. A corrupção não aparece como acidente. Ela virou estrutura.

Orgulho, aqui, é autossuficiência. É a convicção de que dá para administrar a vida com estratégia, alianças e discurso, sem encostar no fundamento. É correr para a Assíria atrás de solução externa enquanto o problema real segue intocado por dentro.

O padrão se repete. Quando a base racha, a gente procura alívio. Procura um atalho. Procura alguém que resolva por nós. Só que o texto não deixa. Ele insiste que a ruptura é interna.

A dor entra como reveladora. Quando a falsa segurança cai, o que estava escondido aparece. A retirada da proteção não é abandono definitivo. É exposição da fragilidade. A crise tira o verniz. Ela desmonta a ilusão de controle.

Mas a virada depende de reconhecimento. Não basta querer que o sofrimento passe. É preciso admitir que a base foi comprometida.

O orgulho pede solução rápida. A humildade aceita diagnóstico profundo.

Quando o reconhecimento é real, algo muda de verdade. A verdade deixa de ser moldável. A misericórdia deixa de ser conveniente. O conhecimento relacional volta a ocupar o centro.

Oseias 5 mostra que uma nação pode ter estrutura, culto e alianças, e ainda assim estar vazia por dentro.

Sem humildade não há restauração. Sem fundamento, toda segurança é provisória.

24/02/2026

Todo mundo entende a App Store. Você abre a loja, procura um aplicativo, instala e torce para ele fazer exatamente o que você imaginou. Convenhamos: isso quase nunca funciona tão bem quanto parece. Quantos aplicativos inúteis você já instalou? Quantos você até pagou, só para descobrir que não atendiam sua expectativa?

Ainda assim, o modelo foi brilhante. Ele organizou o caos digital por quase duas décadas. Mas carrega uma suposição silenciosa: existe um conjunto razoável de necessidades e, para cada uma delas, alguém vai empacotar um aplicativo estável, com tela, botões e um jeito certo de usar.

O problema é que essa suposição começa a falhar quando a necessidade deixa de ser genérica. A vida real não vem empacotada. O que eu preciso quase nunca é um “aplicativo”. É uma combinação: meus dados, minha rotina, um prazo curto e uma pergunta específica demais para caber num produto feito para milhões.

Um exemplo simples: quero acompanhar meu cardio por oito semanas, do meu jeito, com as minhas métricas, cruzando sono, glicose e agenda. Não é o caso típico de um app. É um recorte pessoal, contextual e temporário. É aqui que a mudança começa. Em vez de instalar um aplicativo pronto, eu passo a montar uma solução na hora.

No lugar de uma loja de produtos fechados, surge uma prateleira de capacidades. Não são caixas. São peças. O que aparece no lugar da App Store não é outra loja com os mesmos apps. É uma prateleira de sensores e atuadores. Sensor é tudo que vira dado. Pode ser físico, como o Oura, um anel que monitora sono, recuperação e atividade, ou o Libre, um pequeno adesivo aplicado no braço que mede glicose continuamente.

Pode ser digital: agenda, e-mail, Drive, extrato bancário, CRM, logs do sistema. Corpo e trabalho convertidos em fluxo de informação. Atuador é tudo que executa ação: enviar um e-mail, abrir um chamado, agendar uma consulta, registrar um pagamento, ajustar uma luz, atualizar um cadastro.

O aplicativo tradicional mistura sensor, atuador, tela e fluxo num pacote fechado. Você compra o pacote inteiro e paga, inclusive, pelo que não usa. No modelo agêntico, eu não compro o pacote. Eu habilito capacidades. Conecto o que mede. Conecto o que executa.

E deixo alguém orquestrar. Esse “alguém” é um assistente-agente. Ele conversa, faz perguntas, entende intenção e coordena as peças. Você não caça aplicativo. Você declara intenção. Quer acompanhar o cardio por oito semanas, cruzando sono, glicose e agenda. Quer ser avisado se algo sair do padrão.

Quer receber, toda sexta-feira, um resumo de progresso pelo WhatsApp. A interface agêntica pega essa intenção, usa seu contexto autorizado e chama ferramentas. Lê sensores físicos e digitais. Detecta desvios. Gera síntese. Decide quando agir e quando apenas observar.

A tela, quando existir, vira saída. Deixa de ser o centro do produto. Isso não é mágica. É orquestração. E orquestração sem regra vira caos. Quando montar software fica barato, o caro passa a ser governança. Quem autorizou? Quais dados foram usados? O que foi executado?

Onde está a trilha? Sem rastreabilidade, não há confiança. A App Store não vai acabar. Mas tende a perder protagonismo. Porque o mundo ficou específico demais para caber em caixas fechadas.

Curso Reputação e Marketing Pessoal

Masterclasses

01

Introdução do curso

02

Por que sua “reputação” é importante?

03

Como você se apresenta?

04

Como você apresenta suas ideias?

05

Como usar Storytelling?

06

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

07

Escrita efetiva para não escritores

08

Como aumentar (e manter) sua audiência?

09

Gatilhos! Gatilhos!

10

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

11

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

12

Análise SWOT de sua marca pessoal

13

Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

14

Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

16

A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

17

Análise PESTEL para Marketing Pessoal

18

Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

19

Método OKR para Objetivos Pessoais

20

Análise de Competências de Gallup

21

Feedback 360 Graus para Autoavaliação

22

Modelo de Cinco Forças de Porter

23

Estratégia Blue Ocean para Diferenciação Pessoal

24

Análise de Tendências para Previsão de Mercado

25

Design Thinking para Inovação Pessoal

26

Metodologia Agile para Desenvolvimento Pessoal

27

Análise de Redes Sociais para Ampliar Conexões

Lições complementares

28

Apresentando-se do Jeito Certo

29

O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

O que pode estar te impedindo de ter sucesso

Recomendações de Leituras

31

Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

32

Quem é você?

33

Qual a sua “IDEIA”?

34

StoryTelling

35

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

36

Escrita efetiva para não escritores

37

Gatilhos!

38

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

39

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria do Jogos

40

Análise SWOT de sua marca pessoal

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