Reconhecimento consciente da própria responsabilidade. Assumir sem terceirizar. É admitir: fui eu.
Superficial: nasce da dor e morre quando ela passa.
Estrutural: permanece porque não quer repetir o erro. Não busca aliviar a culpa; busca mudar a direção.
Sem arrependimento não há maturidade moral. Com ele, o erro deixa de ser identidade e passa a ser aprendizado.