13/02/2026

Dia de sentir medo, dizem.

Já foi nome de vírus famoso de computador.

No passado, título de série de filmes de terror.

Hoje foi lembrança ao acaso.

13/02/2026

A web sempre foi feita para humanos. HTML, CSS, JavaScript. Interface, layout, pixel, experiência visual. Tudo pensado para olhos e dedos.

Agora, ela começa a se ajustar para agentes.

A Cloudflare lançou recentemente o recurso Markdown for Agents. A ideia é simples: se um agente fizer uma requisição com Accept: text/markdown, a página não vem em HTML. Vem em Markdown. Limpa, estruturada, sem ruído. A conversão acontece na borda, sem que o site precise mudar seu código.

Não é sobre formato. É sobre mudança de destinatário.

Durante décadas, o cliente da web foi o navegador. Depois, o usuário. Agora surge um novo ator: o agente de IA. Um agente não precisa de botão animado, não precisa de banner, não precisa de CSS. Ele precisa de estrutura, hierarquia, texto legível e economia de tokens.

Quando a Cloudflare converte HTML para Markdown automaticamente, ela não está apenas oferecendo uma conveniência técnica. Está reconhecendo que a web já não é mais consumida apenas por pessoas. Passamos a ter duas camadas implícitas convivendo no mesmo endereço: uma interface pensada para humanos e outra para sistemas que leem, sintetizam, comparam e decidem.

SEO foi a primeira grande adaptação da web a um intermediário não humano. Agora entramos na era do Agent Engine Optimization. Se agentes passam a consumir conteúdo diretamente, comparar fornecedores, recomendar soluções e até disparar decisões automatizadas, a pergunta muda de foco. Quem você precisa convencer primeiro, o humano ou o agente?

Markdown for Agents é pequeno no detalhe, mas enorme no símbolo. A infraestrutura da internet começa a tratar agentes como cidadãos de primeira classe. E quando a infraestrutura muda, o jogo muda junto.

A pergunta deixa de ser como deixar o site mais bonito. Passa a ser como tornar o conteúdo inteligível para sistemas que decidem. A web começa a se ajustar. Quem entender isso cedo joga outro jogo.

Márcia, minha auxiliar agêntica, agradece. E o meu bolso também.

13/02/2026

Arquitetura de software é a arte de fazer as perguntas certas, na hora certa, e garantir que elas sejam respondidas.

Existem três perguntas que definem qualquer sistema. E sim, a ordem importa.

Primeira pergunta: vale a pena construir?

O arquiteto precisa falar com o negócio. Entender o problema. Entender para quem aquilo importa. Tornar explícitas as incertezas. Quais hipóteses precisam ser validadas? O que precisa ser verdade para que isso faça sentido? Antes de escolher tecnologia, escolhe-se o que aprender. IA ajuda a testar mais rápido e reduzir o custo da experimentação. Mas decidir o que merece ser validado é julgamento humano.

Segunda pergunta: o design aguenta o que o negócio espera?

Se vale a pena fazer, precisa sustentar o plano. Quantos usuários? Quanto crescimento? Que tempo de resposta é aceitável? Quanto tempo fora do ar é tolerável? Que nível de segurança é necessário? Aqui eu uso IA como contraponto. Peço para criticar meu design. Para apontar falhas que posso estar ignorando. Para levantar riscos escondidos. Para sugerir alternativas. Ela amplia o campo de visão e acelera cenários. Mas contexto não se terceiriza. Se a solução não sustenta o caso de negócio, a falha é de julgamento.

Terceira pergunta: quanto vai custar e qual o risco de manter isso de pé?

Sistema não vive no lançamento. Vive na mudança. Cada decisão técnica cria custo acumulado e risco estrutural. Manter começa na especificação. Sistema bem especificado, mesmo com IA, tende a ter implementação bem feita. Especificação vaga vira improviso. E improviso vira legado instantâneo. IA pode revisar, sugerir melhorias, identificar pontos frágeis. Mas não transforma ambiguidade em clareza. Se o risco não é enfrentado cedo, ele cresce.

No fim, a decisão é humana. A responsabilidade também.

IA ajuda. Questiona. Acelera.

Mas tudo começa com as perguntas certas, na ordem certa.

Valor.
Expectativa real.
Custo e risco no tempo.

Nessa ordem.

O resto é desenho bonito.

Curso Reputação e Marketing Pessoal

Masterclasses

01

Introdução do curso

02

Por que sua “reputação” é importante?

03

Como você se apresenta?

04

Como você apresenta suas ideias?

05

Como usar Storytelling?

06

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

07

Escrita efetiva para não escritores

08

Como aumentar (e manter) sua audiência?

09

Gatilhos! Gatilhos!

10

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

11

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

12

Análise SWOT de sua marca pessoal

13

Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

14

Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

16

A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

17

Análise PESTEL para Marketing Pessoal

18

Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

19

Método OKR para Objetivos Pessoais

20

Análise de Competências de Gallup

21

Feedback 360 Graus para Autoavaliação

22

Modelo de Cinco Forças de Porter

23

Estratégia Blue Ocean para Diferenciação Pessoal

24

Análise de Tendências para Previsão de Mercado

25

Design Thinking para Inovação Pessoal

26

Metodologia Agile para Desenvolvimento Pessoal

27

Análise de Redes Sociais para Ampliar Conexões

Lições complementares

28

Apresentando-se do Jeito Certo

29

O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

O que pode estar te impedindo de ter sucesso

Recomendações de Leituras

31

Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

32

Quem é você?

33

Qual a sua “IDEIA”?

34

StoryTelling

35

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

36

Escrita efetiva para não escritores

37

Gatilhos!

38

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

39

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria do Jogos

40

Análise SWOT de sua marca pessoal

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