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10/04/2026

Se há uma relação clara entre desempenho do negócio e de uma aplicação, ela aparece em sistemas onde há algum tipo de conversão. E-commerce, sistemas de inscrição, etc. A Google ensina que cada segundo para renderizar uma página pode representar a perda de 7% de conversão. Sistema lento vende menos.

Atendemos uma gigante que estava sofrendo, e muito, por trazer muita gente para seus sites, mas converter pouco. Problema? O site era lento. Não nasceu assim, mas foi ficando.

Imagine um site que demora 6 segundos para renderizar uma página de vendas. Agora, imagine o impacto de trazer esse tempo para perto de 1 segundo. Use os parâmetros da Google e faça as contas. Foi nessa direção que atuamos, de forma emergencial.

Mas deixa eu ir por partes e te dar mais detalhes.

Era uma plataforma de alto volume, com várias marcas operando sobre a mesma aplicação. Um único frontend sustentando tudo, com muito tráfego e mais de 80% dos acessos vindo de celular. Qualquer problema ali escala rápido.

O sintoma era claro: a página demorava entre 5 e 6 segundos para aparecer. Em mobile, pior. Gente chegando e indo embora antes de começar.

Quando fomos medir, ficou evidente onde o tempo estava sendo gasto. Código demais carregado logo de cara, chamadas que não eram necessárias naquele momento e muito processamento jogado para o dispositivo do usuário.

Aqui teve um ponto importante. O time da Exímia entrou junto, mão na massa com o cliente. Era urgente melhorar, mas não dava para correr risco. Os ajustes precisavam ser precisos. Não podia ter downtime.

Começamos pelo feijão com arroz bem feito. Cortar excesso, priorizar o essencial e organizar a ordem das coisas.

Reduzimos drasticamente o volume carregado, eliminamos chamadas desnecessárias e ajustamos o início da aplicação para ela aparecer mais rápido. O tempo caiu para algo próximo de 2,5 segundos. Menos espera, menos abandono, mais gente seguindo.

Depois, fomos para os ajustes finos. Conseguimos levar o tempo de carregamento para abaixo de 1 segundo.

Mas isso tem limite. Se a base continua desorganizada, o problema volta.

Aí veio a segunda etapa. Reorganizar a aplicação para que desempenho não dependa de esforço constante. Menos acoplamento, responsabilidades mais claras, uma estrutura que sustenta evolução sem degradar.

Esse mesmo padrão aparecia em outros pontos. Em uma aplicação relacionada, o tempo inicial era de 12 segundos. Depois do trabalho, caiu para cerca de 5. Tinha espaço para melhorar muito mais. Mas não estava na rota de conversão. Era coisa usada por gente interna. O impacto era menor. Saber o que é importante, todo mundo sabe. Saber o que é prioridade é onde nos diferenciamos.

Tudo isso foi feito sem parar a operação. Evolução por partes, convivendo com o legado, melhorando enquanto o sistema continuava rodando. É assim que a gente faz a diferença.

No fim, a conta é simples. Tempo de carregamento não é detalhe técnico. É o tempo que você tem para não perder uma venda.

10/04/2026

Ageu 2 gira em torno de dois problemas que aparecem logo depois que o povo começa a fazer o certo: desânimo e desalinhamento. Não é mais sobre começar, é sobre continuar do jeito certo.

O primeiro bloco trata do desânimo. O povo olha para o templo em reconstrução e compara com o passado. O antigo parecia maior, mais bonito, mais significativo. O atual parece pequeno, quase irrelevante. E isso trava. A mensagem aqui é direta. Continuem. Sejam fortes. Trabalhem. A base não é o que vocês estão vendo, é quem está com vocês. A presença de Deus redefine o valor do que está sendo feito.

Depois, o texto muda o foco para algo mais profundo. Mesmo fazendo a coisa certa externamente, ainda existe desalinhamento interno. A ilustração de pureza e impureza mostra isso. O bem não se espalha automaticamente, mas o erro contamina fácil. Ou seja, não basta participar da obra. Não basta estar no lugar certo. Se a vida continua desalinhada, o problema permanece.

A sequência do capítulo conecta isso com a realidade prática. O povo vinha de um período de esforço sem resultado. Muito trabalho, pouco retorno. O texto mostra que isso não era aleatório. Era consequência de prioridade fora do lugar. Quando começa o ajuste, vem a promessa de mudança. Não como troca ou mérito, mas como efeito de reposicionamento.

O fechamento aponta para algo maior do que o momento imediato. Deus afirma que está no controle, mesmo em meio a instabilidade política e domínio estrangeiro. A palavra a Zorobabel reforça que há direção, mesmo quando o cenário parece incerto.

A ideia central para pregação fica clara. Fazer o certo não elimina o risco de desânimo, nem resolve automaticamente o desalinhamento. É preciso continuar mesmo quando parece pequeno e ajustar a vida, não só a ação. Porque não adianta construir por fora enquanto por dentro as coisas continuam fora do lugar.

09/04/2026

Vez ou outra, morre alguém que a gente ama. E fica a pergunta: viver desse jeito louco vale a pena? Quase sempre, acho que não.

Mas, no fim, a vida é assim mesmo.

Um acumulado de objetivos. Ponto A e ponto B. Um caminho entre os dois, cheio de obstáculos, ferramentas e um monte de coisa que a gente nem percebe.

A alegria vem de se aproximar do ponto B, não de chegar. Quando você chega, perde a referência. E aí tudo desmancha.

O mundo parece saber disso. Todo mundo pergunta para os pequenos o que querem ser quando crescer. Bombeiro. Médico. Professor. Feliz, quem sabe.

É assim que a gente se sente perdido. Quando não tem um objetivo. Se for o seu caso, define o teu ponto B. O próximo, depois outro.

Vai chegar um tempo em que não vai mais dar tempo. E talvez você perceba que o que sobrou já não serve pra chegar lá.

No fim, fica o que você escolheu ser, quando já não for mais nada além de lembrança.

O gozo está na jornada. Isso é dom de Deus.

Agora que você cresceu, deixa eu te perguntar: quem você quer ser quando morrer?

Curso Reputação e Marketing Pessoal

Masterclasses

01

Introdução do curso

02

Por que sua “reputação” é importante?

03

Como você se apresenta?

04

Como você apresenta suas ideias?

05

Como usar Storytelling?

06

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

07

Escrita efetiva para não escritores

08

Como aumentar (e manter) sua audiência?

09

Gatilhos! Gatilhos!

10

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

11

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

12

Análise SWOT de sua marca pessoal

13

Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

14

Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

16

A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

17

Análise PESTEL para Marketing Pessoal

18

Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

19

Método OKR para Objetivos Pessoais

20

Análise de Competências de Gallup

21

Feedback 360 Graus para Autoavaliação

22

Modelo de Cinco Forças de Porter

23

Estratégia Blue Ocean para Diferenciação Pessoal

24

Análise de Tendências para Previsão de Mercado

25

Design Thinking para Inovação Pessoal

26

Metodologia Agile para Desenvolvimento Pessoal

27

Análise de Redes Sociais para Ampliar Conexões

Lições complementares

28

Apresentando-se do Jeito Certo

29

O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

O que pode estar te impedindo de ter sucesso

Recomendações de Leituras

31

Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

32

Quem é você?

33

Qual a sua “IDEIA”?

34

StoryTelling

35

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

36

Escrita efetiva para não escritores

37

Gatilhos!

38

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

39

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria do Jogos

40

Análise SWOT de sua marca pessoal

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