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12/07/2026

Durante anos, boa arquitetura era vista como uma questão de elegância técnica. Modularidade, nomes claros, baixo acoplamento: todo mundo concordava que era desejável, mas ninguém conseguia colocar um preço na ausência disso.

Agora consegue.

A IA transformou arquitetura em um problema econômico.

Cada vez que um agente precisa carregar meio repositório para mudar uma linha, isso vira token. E token vira fatura. A dívida de design, que antes cobrava juros em tempo, passou a cobrar em dinheiro, todo mês.

Uma das ideias mais interessantes que ouvi no último retiro da Thoughtworks sobre o futuro do desenvolvimento de software foi esta: o custo em tokens de uma mudança é uma medida indireta da qualidade da arquitetura.

Se a mesma alteração exige menos contexto e menos tokens, provavelmente o sistema é mais fácil de entender e modificar.

Com um porém importante, que faço questão de sustentar no artigo: isso funciona como um alarme de fumaça, não como um certificado. Custo alto para uma mudança pequena denuncia acoplamento e baixa coesão. Custo baixo, sozinho, não prova nada. Dá para reduzir tokens escondendo complexidade em vez de eliminá-la.

Foi justamente essa hipótese que me levou a escrever um artigo sobre o tema.

Nele, discuto como interpretar esse sinal sem cair na armadilha de otimizá-lo, e principalmente o que realmente reduz esse custo de forma estrutural, em vez de apenas escondê-lo.

Sai em breve no Insights da eximia.co.

Enquanto isso, deixo uma pergunta para quem lidera engenharia: Você conhece o custo da sua arquitetura ou apenas o valor da conta da IA?

12/07/2026

Assisti a um monólogo emocionante de Moacyr Franco. Um artista que passou a vida inteira nos palcos e que, aos 90 anos, refletia sobre o tempo.

Em determinado momento, brinca tentando lembrar uma música:

🎶 “Muito prazer em revê-la, você está bonita…”
“Não, não é essa.”

Depois tenta outra:

🎶 “Você me pede, na carta, que eu desapareça, que eu nunca mais te procure…”
“Também não é essa.”

Até que interrompe a própria brincadeira e muda completamente o tom.

“Eu queria saber quanto tempo falta. Imagina para mim, que já estou nos 90. Mas, como estamos no meio da música, no meio do espetáculo, o que eu quero saber é: que hora é o encerramento? Que dia?”

E continua:

“É horrível estar no palco, atuando, sem ter noção de quando será o fim. Tomara que seja bonito.”

Depois vem a frase que mais me marcou:

“A única coisa que eu quero ter certeza, mesmo, é que vou amanhecer.”

E, por fim, uma reflexão simples, mas devastadora:

“O tempo não passa. O tempo para e espera a gente passar.”

Naquele instante, percebi que ele já não falava do palco.

O espetáculo continua. Um dia, apenas muda o protagonista.

12/07/2026

É fácil enxergar o pecado do outro. Difícil é olhar para o próprio. Julgar, condenar, apontar o dedo… tudo isso costuma vir com naturalidade. Aplicar a mesma régua aos nossos próprios erros já não é tão simples. Para mim, essa é a essência da hipocrisia.

Há muito tempo me convenci de que estou longe de ser santo. Também erro. Também peco. Por isso, ainda que eu reconheça o erro de alguém, não me compete julgá-lo, muito menos condená-lo. Esse nunca foi o meu papel.

Essa foi uma das grandes reflexões que tirei de João, capítulo 8. Ali encontramos, de maneira exclusiva entre os Evangelhos, a história da mulher apanhada em adultério, levada até Jesus para ser condenada. Segundo a Lei de Moisés, o adultério era um pecado passível de pena de morte. Os acusadores esperavam que Jesus confirmasse a sentença.

Mas Jesus responde de forma surpreendente: “Quem dentre vocês estiver sem pecado seja o primeiro a atirar uma pedra.” Um a um, todos vão embora.

Existe, porém, um erro bastante comum na interpretação dessa passagem. Tem gente que conclui que Jesus simplesmente deixou o pecado passar. Não foi isso que aconteceu. O único ali que realmente não tinha pecado era justamente quem poderia condená-la. E foi Ele quem escolheu não fazê-lo.

Mas Jesus também não foi conivente. Ele reconheceu o pecado, ofereceu perdão e fez um chamado claro à transformação: “Vai e não peques mais.”

Justiça sem misericórdia é crueldade. Misericórdia sem verdade é conivência. Cristo não escolheu entre uma e outra. Ele mostrou que a verdade e a misericórdia caminham juntas.

João 8 é um capítulo extraordinário. Vale muito a pena estudá-lo em profundidade.

Curso Reputação e Marketing Pessoal

Masterclasses

01

Introdução do curso

02

Por que sua “reputação” é importante?

03

Como você se apresenta?

04

Como você apresenta suas ideias?

05

Como usar Storytelling?

06

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

07

Escrita efetiva para não escritores

08

Como aumentar (e manter) sua audiência?

09

Gatilhos! Gatilhos!

10

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

11

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

12

Análise SWOT de sua marca pessoal

13

Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

14

Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

16

A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

17

Análise PESTEL para Marketing Pessoal

18

Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

19

Método OKR para Objetivos Pessoais

20

Análise de Competências de Gallup

21

Feedback 360 Graus para Autoavaliação

22

Modelo de Cinco Forças de Porter

23

Estratégia Blue Ocean para Diferenciação Pessoal

24

Análise de Tendências para Previsão de Mercado

25

Design Thinking para Inovação Pessoal

26

Metodologia Agile para Desenvolvimento Pessoal

27

Análise de Redes Sociais para Ampliar Conexões

Lições complementares

28

Apresentando-se do Jeito Certo

29

O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

O que pode estar te impedindo de ter sucesso

Recomendações de Leituras

31

Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

32

Quem é você?

33

Qual a sua “IDEIA”?

34

StoryTelling

35

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

36

Escrita efetiva para não escritores

37

Gatilhos!

38

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

39

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria do Jogos

40

Análise SWOT de sua marca pessoal

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