13/01/2026

Concluí a leitura do livro A Biblioteca da Meia-Noite. Aqui vão 10 reflexões que o livro me deixou.

  1. O arrependimento é um fantasma. Muitas vezes sofremos por versões do passado que, mesmo se tivessem acontecido, não seriam necessariamente melhores. O arrependimento nasce da recusa da realidade em favor de uma fantasia idealizada.
  2. A “vida perfeita” é uma ilusão. Nora descobre que, em todas as vidas; rica, famosa ou ao lado do “homem ideal”; a dor e a perda continuam existindo. Felicidade não é ausência de problemas, mas a capacidade de lidar com eles.
  3. Nunca subestime o pequeno. As menores ações da sua vida atual; um incentivo a um aluno, um café para um vizinho; podem ser a âncora que sustenta o mundo de alguém. Somos importantes de formas que quase nunca percebemos.
  4. O sonho nem sempre é seu. Boa parte da angústia vem de tentar realizar expectativas de pais, parceiros ou da sociedade. O sucesso só se torna real quando está alinhado com o desejo interno, não com aplausos externos.
  5. A perspectiva é a única mudança realmente decisiva. O cenário importa menos do que a lente pela qual ele é visto. Mudar a forma de enxergar é, em sentido profundo, mudar o mundo.
  6. A metáfora do peão é central. No xadrez da vida, ele parece a peça mais frágil, mas é a única que pode se tornar qualquer outra se continuar avançando. Enquanto você estiver no jogo, ainda há potencial.
  7. A tristeza pode coexistir com a felicidade. Não é preciso eliminá-la para viver bem. São cores diferentes na mesma tela. Aceitar a tristeza tira o peso de “ter que estar bem o tempo todo”.
  8. Você não precisa entender a vida. O intelecto tenta decifrá-la, mas a vida pede apenas que seja vivida. Sentir a textura do momento presente importa mais do que encontrar um propósito grandioso e definitivo.
  9. O medo da morte não é o mesmo que a falta de vontade de viver. Muitas vezes, o que chamamos de desejo de morrer é apenas o desejo de cessar uma dor específica. Quando confrontada com o fim real, Nora percebe que sua vontade de existir era maior que o desespero.
  10. “O impossível acontece com o viver”. Essa é a frase-síntese do livro. O futuro não é fixo; ele se abre em sucessões de momentos toda vez que você decide dar o próximo passo.

Você não precisa entender a vida. Basta vivê-la!

Não é aquilo para o que você olha que importa. É o que você vê!

13/01/2026

Há mais coisas entre o céu e a terra, Horácio, do que sonha a tua filosofia.

Li em Hamlet.

Ela surge quando Hamlet, depois de ouvir o fantasma do pai, percebe que Horácio tenta enquadrar o acontecimento dentro de um racionalismo confortável. Hamlet não rejeita a razão. Ele rejeita a arrogância de achar que ela dá conta de tudo.

O ponto não é defender superstição, mas lembrar do papel real das teorias. Elas existem para tentar explicar o mundo e, quando possível, prever o que pode acontecer. Funcionam como instrumentos. Ajudam a organizar o caos. Mas nunca são o próprio real. Quando esquecemos isso, a teoria vira dogma.

Tomemos um exemplo moderno. Conhece o DISC? O modelo é útil. Ajuda a entender padrões de comportamento, melhora a comunicação, reduz ruído nas relações. Ele cumpre bem o seu papel enquanto ferramenta de leitura. O erro começa quando alguém passa a tratá-lo como descrição exaustiva da pessoa.

Modelos explicam tendências, não esgotam a realidade. Pessoas sempre carregam mais do que qualquer tipologia consegue capturar.

Shakespeare já avisava, séculos atrás: o mundo é maior do que nossos sistemas. A maturidade está em usar boas teorias sem exigir delas perfeição. Elas iluminam caminhos, mas nunca substituem o contato direto com o real.

13/01/2026

Ontem à noite ministrei a aula inaugural da nova turma de “C# do jeito certo”, no meu clube de estudos. Não é uma formação para quem está começando. É para quem já escreve C# todos os dias e desconfia que há bem mais acontecendo do que aparece na superfície.

Ao longo de quase três horas, defendi uma ideia simples e incômoda. Usar bem C# não é dominar sintaxe. É combinar design refinado, domínio real da linguagem, leitura atenta das “opiniões” do compilador e compreensão da psicologia do runtime, especialmente do Garbage Collector.

Falamos de níveis. Do C# açucarado, cheio de facilidades para escrever código expressivo. Do C# mais direto, onde o açúcar some e as decisões ficam explícitas. E, por fim, do IL, onde escolhas de design aparecem sem maquiagem. Nem sempre é preciso pensar nesses níveis. Mas quando demandas especiais surgem, repertório deixa de ser luxo.

Em determinado momento, a sala ficou em silêncio quando mostrei algo banal à primeira vista. O foreach faz parte desse C# açucarado. Ele carrega uma visão muito específica e opinativa sobre como iterar. É confortável. É elegante. E nem sempre é neutro. Ali deu para sentir o clique.

Não houve truques, nem promessas milagrosas. Apenas gente com experiência prática falando do que realmente faz diferença quando o código sai do exemplo e encontra a realidade.

Quem ensina aprende duas vezes. Eu aprendi. E sigo convencido de uma coisa. C# recompensa quem decide ir além do que é apenas conveniente.

Curso Reputação e Marketing Pessoal

Masterclasses

01

Introdução do curso

02

Por que sua “reputação” é importante?

03

Como você se apresenta?

04

Como você apresenta suas ideias?

05

Como usar Storytelling?

06

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

07

Escrita efetiva para não escritores

08

Como aumentar (e manter) sua audiência?

09

Gatilhos! Gatilhos!

10

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

11

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

12

Análise SWOT de sua marca pessoal

13

Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

14

Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

16

A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

17

Análise PESTEL para Marketing Pessoal

18

Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

19

Método OKR para Objetivos Pessoais

20

Análise de Competências de Gallup

21

Feedback 360 Graus para Autoavaliação

22

Modelo de Cinco Forças de Porter

23

Estratégia Blue Ocean para Diferenciação Pessoal

24

Análise de Tendências para Previsão de Mercado

25

Design Thinking para Inovação Pessoal

26

Metodologia Agile para Desenvolvimento Pessoal

27

Análise de Redes Sociais para Ampliar Conexões

Lições complementares

28

Apresentando-se do Jeito Certo

29

O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

O que pode estar te impedindo de ter sucesso

Recomendações de Leituras

31

Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

32

Quem é você?

33

Qual a sua “IDEIA”?

34

StoryTelling

35

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

36

Escrita efetiva para não escritores

37

Gatilhos!

38

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

39

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria do Jogos

40

Análise SWOT de sua marca pessoal

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