Blog

04/05/2026

Eu acabei de ler Mateus 6, um capítulo denso. É nele que encontramos o ensino do Pai Nosso. Mais do que isso, o texto também destaca a importância de praticar a oração e as boas ações em particular, e não em público. A ideia é preservar, no íntimo, aquilo que fazemos de bom, buscando o reconhecimento de Deus. Quem faz apenas para ser visto, no fundo, não está voltado a Deus, mas ao olhar dos outros e, de certa forma, a si mesmo.

O capítulo também chama atenção para a confiança em Deus como provedor. Ele nos convida a não viver ansiosos por recursos, lembrando que o alimento e o sustento chegam àqueles que confiam. A mensagem é clara: há uma ordem de provisão que não depende apenas do nosso controle, mas da confiança em algo maior.

Deus compara o homem aos pássaros e às plantas. Essa imagem é forte. Ela aponta para uma confiança simples e direta, quase instintiva, que deveria marcar também a nossa relação com Ele. Há, nesse paralelo, uma lembrança de que nada falta àquele que crê.

Enfim, que as lições de Mateus 6 estejam cada vez mais presentes no nosso dia a dia, lembrando-nos da importância de voltar o coração a Deus e de cultivar gratidão.

03/05/2026

Mateus 5, o famoso Sermão do Montanha, acontece num contexto bem específico. Galileia sob domínio romano, pressão política, desigualdade evidente, um povo religioso tentando se manter fiel à lei enquanto convive com opressão e expectativa messiânica. É nesse cenário que Jesus Cristo sobe ao monte e começa a ensinar. Não é um discurso isolado. Ele entra direto numa tensão real.

As bem-aventuranças já quebram a expectativa de quem ouvia. Naquele ambiente, fazia sentido chamar de bem-aventurado quem tinha honra, posição, influência. Jesus inverte isso sem suavizar. Ele fala de gente que está em falta, gente que sofre, gente que não reage com força. Não soa como consolo barato. Soa como reposicionamento de valor.

A imagem do sal e da luz também não é decorativa. Sal era essencial para conservar alimento. Luz, num contexto sem eletricidade, era o que permitia continuar qualquer atividade depois do pôr do sol. Ou seja, ele está falando de utilidade real, não de simbolismo vazio. A questão não é parecer diferente. É fazer diferença de verdade.

Quando ele entra na lei, a conversa muda de nível. O público ali conhecia a lei. Alguns a seguiam de forma rigorosa. Jesus não relaxa a exigência. Ele aumenta. Só que muda o foco. Não basta evitar o ato extremo. A raiz passa a importar. Ira, intenção, desejo… isso tudo entra no radar. Isso desmonta a possibilidade de cumprir a lei só por fora.

Nos exemplos mais concretos, como ofensa, vingança e direitos, ele mexe em algo sensível naquele contexto. O povo vivia sob abuso de autoridade. Um soldado romano podia obrigar alguém a carregar carga por uma milha. Quando Jesus fala em andar a segunda, não é submissão cega. É uma resposta que foge da lógica automática de opressão e reação.

E quando ele fala em amar inimigos, o impacto é direto. Não é uma ideia abstrata. Para quem ouvia, inimigo tinha rosto, tinha uniforme, tinha histórico. Não dava para espiritualizar isso facilmente. Era um chamado que atravessava a vida prática.

No fim, Mateus 5 não parece preocupado em ajustar comportamento superficial. Ele expõe o tipo de pessoa que sustenta aquele comportamento. E isso tira a discussão do campo do “o que fazer” e leva para um lugar mais desconfortável, que é “quem estamos nos tornando”.

02/05/2026

Mateus 4 começa no deserto, e isso já define o tom. Antes de qualquer milagre, vem confronto. As tentações seguem uma lógica: primeiro a fome, usar poder para si; depois o pináculo, transformar fé em espetáculo; por fim, os reinos, poder e domínio. No fundo, são três desvios do mesmo centro: usar o que se tem para si, para aparecer ou para controlar.

Jesus responde sempre com Deuteronômio. Não improvisa, não debate, se ancora. Isso conecta direto com Israel no deserto. Onde Israel falhou, ele permanece firme. Não é só resistência, é reposicionamento. Ali começa a ficar claro que tipo de Messias ele não seria: nem autocentrado, nem dependente de validação, nem disposto a trocar propósito por poder.

Quando ele vai para Cafarnaum, não é só deslocamento. A Galileia, associada a gentios, aponta para a luz chegando fora do centro. O ministério começa longe de Jerusalém. Em seguida, o chamado dos discípulos reforça isso: pescadores, gente comum, fora das estruturas. O ponto não é onde há mais preparo, é onde há resposta.

As tentações antecipam o que vem depois. Ele recusa o caminho fácil, o espetáculo e o atalho do poder. E o ministério confirma essas escolhas: serviço, consistência e direção clara. Poder, aqui, não organiza a missão; distorce. Por isso é rejeitado desde o início.

O texto expõe um padrão incômodo. Nem toda solução imediata é certa. Nem toda visibilidade vem de Deus. Nem todo poder vale o custo. E o chamado não espera o cenário ideal. Ele acontece no meio da vida comum. A diferença está na resposta.

Curso Reputação e Marketing Pessoal

Masterclasses

01

Introdução do curso

02

Por que sua “reputação” é importante?

03

Como você se apresenta?

04

Como você apresenta suas ideias?

05

Como usar Storytelling?

06

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

07

Escrita efetiva para não escritores

08

Como aumentar (e manter) sua audiência?

09

Gatilhos! Gatilhos!

10

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

11

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria dos Jogos

12

Análise SWOT de sua marca pessoal

13

Soterrado por informações? Aprenda a fazer gestão do conhecimento pessoal, do jeito certo

14

Vendo além do óbvio com a Pentad de Burkle

15

Construindo Reputação através de Métricas: A Arte de Alinhar Expectativas com Lag e Lead Measures

16

A Tríade da Liderança: Navegando entre Líder, Liderado e Contexto no Mundo do Marketing Pessoal

17

Análise PESTEL para Marketing Pessoal

18

Canvas de Proposta de Valor para Marca Pessoal

19

Método OKR para Objetivos Pessoais

20

Análise de Competências de Gallup

21

Feedback 360 Graus para Autoavaliação

22

Modelo de Cinco Forças de Porter

23

Estratégia Blue Ocean para Diferenciação Pessoal

24

Análise de Tendências para Previsão de Mercado

25

Design Thinking para Inovação Pessoal

26

Metodologia Agile para Desenvolvimento Pessoal

27

Análise de Redes Sociais para Ampliar Conexões

Lições complementares

28

Apresentando-se do Jeito Certo

29

O mercado remunera raridade? Como evidenciar a sua?

30

O que pode estar te impedindo de ter sucesso

Recomendações de Leituras

31

Aprendendo a qualificar sua reputação do jeito certo

32

Quem é você?

33

Qual a sua “IDEIA”?

34

StoryTelling

35

Você tem uma dor? Eu tenho o alívio!

36

Escrita efetiva para não escritores

37

Gatilhos!

38

Triple Threat: Domine Produto, Embalagem e Distribuição

39

Estratégias Vencedoras: Desbloqueie o Poder da Teoria do Jogos

40

Análise SWOT de sua marca pessoal

Inscrição realizada com sucesso!

No dia da masterclass você receberá um e-mail com um link para acompanhar a aula ao vivo. Até lá!

A sua subscrição foi enviada com sucesso!

Aguarde, em breve entraremos em contato com você para lhe fornecer mais informações sobre como participar da mentoria.