Chego a Isaías 9.
No meio das trevas, uma promessa.
O povo que andava em escuridão verá grande luz.
Zebulom e Naftali, terras esquecidas, humilhadas —
Deus fará delas o palco da redenção.
Isaías aponta para um futuro.
Uma luz que virá.
Alguém que reinará com justiça.
A esperança não nasce ali, mas começa ali.
E séculos depois, é na Galileia que Jesus aparece.
Não por acaso, mas por cumprimento.
O profeta descreve a alegria do povo.
Como quem colhe muito.
Como quem vence a guerra.
Porque o jugo é quebrado. A opressão, desfeita.
Não por espadas, mas por Deus.
Então, o anúncio: Um menino nos nasceu.
Um filho nos foi dado.
Não um rei comum. Mas Conselheiro maravilhoso.
Deus forte. Pai eterno. Príncipe da paz.
Isaías vê um reino sem fim.
Fundado em justiça.
Firmado para sempre.
Mas o capítulo também confronta.
Israel caiu.
E, em vez de se voltar a Deus, ergueu-se em orgulho.
Reconstruíram sem arrependimento.
Negaram a mão estendida do Senhor.
A ira não cessou.
A mão continua estendida.
Isaías 9 é semente de esperança.
Mas também alerta. Cristo é o cumprimento.
Mas cada geração precisa decidir:
Seguir a luz ou confiar na força do próprio braço.
A promessa já foi feita. A luz já veio.
O reinado já começou.