8 de junho de 2025 · 1 min de leitura

Domingo, quase oito da manhã. Salmos 96.

Dia de Salmo 96.

Não é convite. É convocação. Reconhecer Deus como Senhor não é exclusividade de Israel. É projeto aberto—universal.

Mas há mais. É um chamado ao testemunho. Quem crê instrui quem ainda não pode. Comunhão exige abertura, não doutrinação.

O crente enxerga Deus no mundo, na ordem natural. O incrédulo vê acaso e biologia. São escolhas diferentes. Não devem ser ocultadas. Proclamá-las é identidade, não convencimento.

Reconhecer Deus como juiz não é consolo infantil. É decisão adulta. E maturidade exige tempo. Por isso, fé é prática. Demanda tempo.

Anagogia sugere julgamento final. Deus vindo restaurar justiça e verdade. Não é profecia escapista. É antecipação. E promessa.

Mas eu não acredito que o juízo virá. Ele já está. Nossa inadequação diante do mundo—que escolho entender como criação divina—já é condenação. Não por decreto externo.
Mas por prática própria.

O homem não será julgado e condenado. Ele já se condena conforme os preceitos estabelecidos por Deus.

Salmo 96 de 150 capítulos
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