Persistir no erro é fazer o que já se sabe que não se deve. É contar com a graça e a misericórdia sem reciprocidade.
Quantas vezes insistimos em continuar fazendo algo que já ficou evidente que deveríamos ter cessado há tempos. A consequência vem e, com ela, o lamento. A partir daí, esboçamos algo que até parece arrependimento, mas, convenhamos, não passa de cinismo. Não é arrependimento genuíno. É arrependimento performático.