{"id":2315,"date":"2022-08-16T11:49:24","date_gmt":"2022-08-16T14:49:24","guid":{"rendered":"https:\/\/elemarjr.com\/dotechaobiz\/?p=2315"},"modified":"2022-08-16T11:49:24","modified_gmt":"2022-08-16T14:49:24","slug":"as-oportunidades-da-arquitetura-corporativa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/elemarjr.com\/livros\/do-tech-ao-biz\/as-oportunidades-da-arquitetura-corporativa\/","title":{"rendered":"As oportunidades da &#8220;Arquitetura Corporativa&#8221; \/ Cap\u00edtulo 5 v 1.02"},"content":{"rendered":"<p><strong>Um dos maiores desafios das organiza\u00e7\u00f5es modernas \u00e9 lidar com a complexidade crescente &#8211; interna e externa. Essa complexidade, combinada com a volatilidade, incerteza e ambiguidades &#8211; t\u00e3o caracter\u00edsticas de nosso tempo &#8211; \u00e9 entrave para a implanta\u00e7\u00e3o de melhorias de m\u00e9dio e longo prazo.<\/strong><\/p>\n<div class=\"card-insight\" style=\"background-color: #f0f0f0; width: 100%; padding: 35px 30px 20px 35px; border-radius: 5px 5px 5px 5px; margin-top: 30px; margin-bottom: 35px; font-size: 16px; box-shadow: 0px 4px 0px 0px #dddddd;\">\r\n<p style=\"font-size: 24px; font-weight:bold; line-height: 28px; font-family: Montserrat;\">Mundo VUCA<\/p>\r\n<\/p>\n<p>O termo\u00a0<b>VUCA<\/b>\u00a0\u00e9 um acr\u00f4nimo das palavras inglesas <em>Volatility<\/em>, <em>Uncertainty<\/em>, <em>Complexity<\/em> e <em>Ambiguity<\/em> e vem sendo empregado desde a d\u00e9cada de 1990, por empresas, organiza\u00e7\u00f5es, governos e institui\u00e7\u00f5es de ensino.<sup id=\"cite_ref-3\" class=\"reference\"><\/sup><\/p>\n<p>A express\u00e3o \u201cMundo VUCA\u201d vem sendo usada como uma forma de resumir as caracter\u00edsticas da sociedade atual e a velocidade com que diversos aspectos do mundo em que vivemos (como a ci\u00eancia, tecnologia e neg\u00f3cios) evoluem e se transformam.<\/p>\n<p><\/div>\nPara atender expectativas cada vez maiores e restri\u00e7\u00f5es mais rigorosas, empresas adotam processos cada vez mais intrincados e, por isso, dif\u00edceis de evoluir. N\u00e3o raro, a opera\u00e7\u00e3o contempla diversas atividades cujo prop\u00f3sito ningu\u00e9m lembra mas com custos que todos percebem. Essas atividades que n\u00e3o geram valor se acumulam e destroem a competitividade &#8211; s\u00e3o as &#8220;complexidades predat\u00f3rias&#8221;.\n<hr \/>\n<p><strong>Parte da complexidade do &#8220;mundo real&#8221; pode ser combatida pela ado\u00e7\u00e3o de modelos &#8211; incluindo diagramas e gr\u00e1ficos.<\/strong> Ou seja, representa\u00e7\u00f5es simplificadas que facilitam an\u00e1lises e, eventualmente, permitem o desenvolvimento de solu\u00e7\u00f5es mais assertivas, incluindo simula\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<div class=\"nota-perguntas\">\r\n<table class=\"tabelaperguntas\" style=\"width: 100%;\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td>\r\n<p style=\"font-size: 24px; font-weight: bold; line-height: 1.1; font-family: Montserrat; margin-bottom: 10px; color: #ffffff;\">Perguntas oportunamente inoportunas<\/p>\r\n<\/p>\n<p>Em um mundo VUCA, nem sempre \u00e9 f\u00e1cil controlar a complexidade. As seguintes perguntas ajudam a &#8220;sensibilizar&#8221; o neg\u00f3cio para quest\u00f5es relacionadas ao tema:<\/p>\n<ol>\n<li>Temos consci\u00eancia de quais atividades da nossa opera\u00e7\u00e3o s\u00e3o, efetivamente, geradoras de valor, quais executamos por obriga\u00e7\u00e3o e quais adicionam apenas complexidade (custo)?<\/li>\n<li>Sabendo que &#8220;corte linear&#8221; no or\u00e7amento n\u00e3o \u00e9 uma boa ideia, que crit\u00e9rios utilizamos para determinar onde &#8220;cortar&#8221;?<\/li>\n<\/ol>\n<div style=\"background-color: #e5f2f9; width: 130px; padding: 5px; border-radius: 5px 5px 5px 5px; margin-top: 20px; margin-bottom: 0px; color: #014b6c;\"><span class=\"questao\">Sugest\u00f5es?<\/span><\/div>\n<p><\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<\/div>\nPessoas de &#8220;tecnologia&#8221; costumam ter mais facilidade do que pessoas do &#8220;sensibilidade de neg\u00f3cio&#8221; para produzir tais modelos. Entretanto, muitas vezes carecem da &#8220;sensibilidade&#8221; na confec\u00e7\u00e3o. De qualquer forma, este <em>gap<\/em>\u00a0pode ser compensado com t\u00e9cnica e disciplina como os prescritos nos diversos\u00a0<em>frameworks\u00a0<\/em>e\u00a0<em>guidelines\u00a0<\/em>de <span style=\"text-decoration: underline;\">arquitetura corporativa<\/span>.\n<hr \/>\n<p>As pr\u00e1ticas da arquitetura corporativa &#8220;nasceram&#8221; dentro das \u00e1reas de TI, entretanto, n\u00e3o est\u00e3o delimitadas a esse contexto organizacional.<\/p>\n<h2>O que \u00e9 a Arquitetura Corporativa (EA)?<\/h2>\n<p>A macroestrutura de uma organiza\u00e7\u00e3o &#8211; contemplando o conjunto de seus elementos (departamentos, pap\u00e9is, processos, sistemas de software, dados, infraestrutura, etc), suas responsabilidades e a forma como se relacionam &#8211; constitui sua arquitetura. Logo, a capacidade de uma empresa de implementar melhorias em seu resultado implicam no ajuste dessa arquitetura.<\/p>\n<p>Arquitetura corporativa pode ser analisada sob duas perspectivas. Como <span style=\"text-decoration: underline;\">conceito<\/span>, contempla a descri\u00e7\u00e3o de como as empresas est\u00e3o organizadas. Como <span style=\"text-decoration: underline;\">pr\u00e1tica<\/span>, \u00e9 o conjunto de processos, atividades e padr\u00f5es para explicita\u00e7\u00e3o, an\u00e1lise e evolu\u00e7\u00e3o das organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Quando h\u00e1 um &#8220;orquestrador&#8221; respons\u00e1vel pela arquitetura corporativa como pr\u00e1tica, esse &#8220;profissional&#8221; pode ser designado como &#8220;arquiteto&#8221;.<\/p>\n<p>As pr\u00e1ticas da arquitetura corporativa conectam a execu\u00e7\u00e3o &#8211; que gera os resultados que a empresa tem hoje &#8211; e a estrat\u00e9gia &#8211; que s\u00e3o os resultados que a organiza\u00e7\u00e3o ir\u00e1 gerar no futuro.<\/p>\n<div class=\"nota-livro\">\r\n<table class=\"tabelalivro\" style=\"width: 100%;\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td class=\"nota-livro-coluna-1\" valign=\"top\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/arquiteturacorporativa.online\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/livro-arquitetura-corporativa-2.png\" alt=\"\" width=\"150\" \/><\/td>\r\n<td class=\"nota-livro-coluna-2\"><img decoding=\"async\" class=\"nota-img\" src=\"https:\/\/arquiteturacorporativa.online\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/livro-arquitetura-corporativa-2.png\" alt=\"\" width=\"150\" \/>\r\n<p style=\"font-size: 24px; font-weight: bold; color: #4c4c4c; line-height: 1.0; font-family: Montserrat; margin-bottom: 10px;\">A necessidade (e urg\u00eancia) da arquitetura corporativa<\/p>\r\n<p style=\"font-size: 20px; font-weight: bold; color: #4c4c4c; line-height: 1.1; font-family: Montserrat; margin-bottom: 10px;\">Manual do Arquiteto Corporativo<\/p>\r\nO que \u00e9 arquitetura corporativa? Qual o papel do &#8220;arquiteto corporativo&#8221;? Rela\u00e7\u00e3o com transforma\u00e7\u00e3o digital e com desenvolvimento de software?<\/p>\n<hr \/>\n<p>Respostas para essas e outras perguntas nesse cap\u00edtulo.\r\n<p><a class=\"botao-livro\" href=\"https:\/\/arquiteturacorporativa.online\/capitulos\/capitulo-0\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ler cap\u00edtulo<\/a><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<\/div>\n<h2>Onde &#8220;posicionar&#8221; a Arquitetura Corporativa?<\/h2>\n<p>As iniciativas de arquitetura corporativa, idealmente, devem &#8220;pavimentar&#8221; o caminho entre a estrat\u00e9gia e a execu\u00e7\u00e3o e esse caminho \u00e9 bidirecional. Em um sentido, a estrat\u00e9gia orienta ajustes na execu\u00e7\u00e3o. No outro, a rotina operacional fornece <em>insights <\/em>que fundamentam a <span style=\"text-decoration: underline;\">vis\u00e3o estrat\u00e9gica<\/span>.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2293 aligncenter\" src=\"https:\/\/elemarjr.com\/dotechaobiz\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/estrategia_execucao.png\" alt=\"\" width=\"385\" height=\"344\" srcset=\"https:\/\/elemarjr.com\/livros\/do-tech-ao-biz\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/estrategia_execucao.png 812w, https:\/\/elemarjr.com\/livros\/do-tech-ao-biz\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/estrategia_execucao-300x268.png 300w, https:\/\/elemarjr.com\/livros\/do-tech-ao-biz\/wp-content\/uploads\/2022\/02\/estrategia_execucao-768x687.png 768w\" sizes=\"(max-width: 385px) 100vw, 385px\" \/><\/p>\n<p>A gera\u00e7\u00e3o de artefatos resultante das pr\u00e1ticas de arquitetura corporativa permitem a composi\u00e7\u00e3o do entendimento hol\u00edstico da organiza\u00e7\u00e3o, perif\u00e9rico, antecipat\u00f3rio e intuitivo.<\/p>\n<div class=\"nota-perguntas\">\r\n<table class=\"tabelaperguntas\" style=\"width: 100%;\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td>\r\n<p style=\"font-size: 24px; font-weight: bold; line-height: 1.1; font-family: Montserrat; margin-bottom: 10px; color: #ffffff;\">Perguntas oportunamente inoportunas<\/p>\r\n<\/p>\n<p>Muitas empresas executam processos sofisticados (entenda-se &#8220;caros&#8221;) de planejamento mas falham na execu\u00e7\u00e3o do planejado. As seguintes perguntas colaboram para &#8220;sensibilizar&#8221; o neg\u00f3cio para a necessidade de orquestra\u00e7\u00e3o &#8220;t\u00e9cnica&#8221; para &#8220;tirar as coisas do papel&#8221;?<\/p>\n<ol>\n<li>A maioria das empresas n\u00e3o tem problemas para &#8220;planejar&#8221;, mas sim, para &#8220;executar o planejado&#8221;. O que estamos fazendo, na pr\u00e1tica, para conectar nosso planejamento a execu\u00e7\u00e3o?<\/li>\n<li>Como conseguimos &#8220;rastrear&#8221; os progressos na estrutura ao longo do tempo?<\/li>\n<\/ol>\n<div style=\"background-color: #e5f2f9; width: 130px; padding: 5px; border-radius: 5px 5px 5px 5px; margin-top: 20px; margin-bottom: 0px; color: #014b6c;\"><span class=\"questao\">Sugest\u00f5es?<\/span><\/div>\n<p><\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<\/div>\n<div class=\"nota-livro\">\r\n<table class=\"tabelalivro\" style=\"width: 100%;\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td class=\"nota-livro-coluna-1\" valign=\"top\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/pensamentoestrategico.online\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/livro-pensamento-estrategico.png\" alt=\"\" width=\"150\" \/><\/td>\r\n<td class=\"nota-livro-coluna-2\"><img decoding=\"async\" class=\"nota-img\" src=\"https:\/\/pensamentoestrategico.online\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/livro-pensamento-estrategico.png\" alt=\"\" width=\"150\" \/>\r\n<p style=\"font-size: 24px; font-weight: bold; color: #4c4c4c; line-height: 1.0; font-family: Montserrat; margin-bottom: 10px;\">Olhar estrat\u00e9gico<\/p>\r\n<p style=\"font-size: 20px; font-weight: bold; color: #4c4c4c; line-height: 1.1; font-family: Montserrat; margin-bottom: 10px;\">Pensamento estrat\u00e9gico<\/p>\r\nPensar estrategicamente demanda desenvolvimento de olhar estrat\u00e9gico que, por sua vez, tem quatro perspectivas distintas.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Nesse cap\u00edtulo, apresento as quatro perspectivas da vis\u00e3o estrat\u00e9gica e fa\u00e7o algumas provoca\u00e7\u00f5es importantes.\r\n<p><a class=\"botao-livro\" href=\"https:\/\/pensamentoestrategico.online\/capitulos\/capitulo3\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ler cap\u00edtulo<\/a><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<\/div>\n<h2>Arquitetura corporativa pode ser a &#8220;ponte&#8221; do tech ao biz<\/h2>\n<p>A demanda por mitigar complexidades \u00e9 uma &#8220;dor&#8221; do neg\u00f3cio. A capacidade de gerar modelos (diagramas e gr\u00e1ficos) com assertividade \u00e9 um diferencial comum entre pessoas de tecnologia.<\/p>\n<p>Ao modelar a arquitetura corporativa, pessoas de &#8220;tecnologia&#8221; podem se aproximar, interagir e apropriar das &#8220;motiva\u00e7\u00f5es&#8221; do neg\u00f3cio. Ali\u00e1s, esse \u00e9 um dos seus destaques.<\/p>\n<div class=\"nota-livro\">\r\n<table class=\"tabelalivro\" style=\"width: 100%;\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td class=\"nota-livro-coluna-1\" valign=\"top\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/arquiteturacorporativa.online\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/livro-arquitetura-corporativa-2.png\" alt=\"\" width=\"150\" \/><\/td>\r\n<td class=\"nota-livro-coluna-2\"><img decoding=\"async\" class=\"nota-img\" src=\"https:\/\/arquiteturacorporativa.online\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/livro-arquitetura-corporativa-2.png\" alt=\"\" width=\"150\" \/>\r\n<p style=\"font-size: 24px; font-weight: bold; color: #4c4c4c; line-height: 1.0; font-family: Montserrat; margin-bottom: 10px;\">Modelando 'Motiva\u00e7\u00f5es'<\/p>\r\n<p style=\"font-size: 20px; font-weight: bold; color: #4c4c4c; line-height: 1.1; font-family: Montserrat; margin-bottom: 10px;\">Manual do Arquiteto Corporativo<\/p>\r\nDiagramas de arquitetura corporativa expressam bem mais do que elementos tang\u00edveis da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Nesse cap\u00edtulo exemplifico como modelar <em>stakholders<\/em>, <em>drivers<\/em>, objetivos<em>,\u00a0<\/em>metas, conhecimentos pr\u00e9vios, princ\u00edpios, metas e restri\u00e7\u00f5es.\r\n<p><a class=\"botao-livro\" href=\"https:\/\/arquiteturacorporativa.online\/capitulos\/capitulo-2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ler cap\u00edtulo<\/a><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<\/div>\n<p>A partir das motiva\u00e7\u00f5es, as pr\u00e1ticas de arquitetura corporativa direcionam tamb\u00e9m a modelagem de\u00a0<em>capabilities\u00a0<\/em>que representam, no m\u00e9dio prazo, o que uma empresa consegue e o que n\u00e3o consegue realizar.<\/p>\n<div class=\"nota-livro\">\r\n<table class=\"tabelalivro\" style=\"width: 100%;\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td class=\"nota-livro-coluna-1\" valign=\"top\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/arquiteturacorporativa.online\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/livro-arquitetura-corporativa-2.png\" alt=\"\" width=\"150\" \/><\/td>\r\n<td class=\"nota-livro-coluna-2\"><img decoding=\"async\" class=\"nota-img\" src=\"https:\/\/arquiteturacorporativa.online\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/livro-arquitetura-corporativa-2.png\" alt=\"\" width=\"150\" \/>\r\n<p style=\"font-size: 24px; font-weight: bold; color: #4c4c4c; line-height: 1.0; font-family: Montserrat; margin-bottom: 10px;\">Modelando 'Capabilities'<\/p>\r\n<p style=\"font-size: 20px; font-weight: bold; color: #4c4c4c; line-height: 1.1; font-family: Montserrat; margin-bottom: 10px;\">Manual do Arquiteto Corporativo<\/p>\r\nExplicitar inten\u00e7\u00f5es, objetivos e metas\u00a0\u00e9 muito importante.\u00a0<strong>Entretanto, uma meta s\u00f3 ser\u00e1 concreta quando for impulsionada por cursos de a\u00e7\u00e3o, com sustenta\u00e7\u00e3o em\u00a0<em>capabilities<\/em>.<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<p>Nesse cap\u00edtulo exemplifico como modelar cursos de a\u00e7\u00e3o, <em>value stream<\/em>, <em>capabilities <\/em>e recursos.\r\n<p><a class=\"botao-livro\" href=\"https:\/\/arquiteturacorporativa.online\/capitulos\/capitulo-3\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ler cap\u00edtulo<\/a><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<\/div>\n<h2>Para pensar&#8230;<\/h2>\n<p>Antes de avan\u00e7ar para o pr\u00f3ximo cap\u00edtulo, recomendo as seguintes reflex\u00f5es:<\/p>\n<ol>\n<li>Como voc\u00ea avalia o crescimento da complexidade na empresa onde atua?<\/li>\n<li>H\u00e1 algu\u00e9m cuidando ativamente da arquitetura corporativa?<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um dos maiores desafios das organiza\u00e7\u00f5es modernas \u00e9 lidar com a complexidade crescente &#8211; interna e externa. 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