{"id":1910,"date":"2021-12-25T09:12:47","date_gmt":"2021-12-25T12:12:47","guid":{"rendered":"https:\/\/elemarjr.com\/dotechaobiz\/?p=1910"},"modified":"2022-06-01T09:54:51","modified_gmt":"2022-06-01T12:54:51","slug":"primeiros-passos-do-tech-ao-biz-introducao-v-1-0","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/elemarjr.com\/livros\/do-tech-ao-biz\/primeiros-passos-do-tech-ao-biz-introducao-v-1-0\/","title":{"rendered":"Primeiros passos do &#8220;tech&#8221; ao &#8220;biz&#8221; \/ Introdu\u00e7\u00e3o v 1.0"},"content":{"rendered":"<strong>Um dos grandes embates do mundo corporativo hoje em dia, sem d\u00favidas, \u00e9 o travado entre pessoas do &#8220;neg\u00f3cio&#8221; e de &#8220;tecnologia&#8221;. \u00c9 o que convencionei chamar de &#8220;cultura do n\u00f3s e eles&#8221;!<\/strong> De um lado, times de neg\u00f3cio reclamam da falta de assertividade dos times de tecnologia, da incapacidade de cumprir prazos ou, pior ainda, de baixa qualidade nas entregas. Do outro lado, times de tecnologia reclamam da insensibilidade dos times de neg\u00f3cio para aspectos t\u00e9cnicos importantes &#8211; como d\u00edvidas t\u00e9cnicas ou pr\u00e1ticas de qualidade &#8211; ou da simples incapacidade de determinar requisitos adequadamente.\n<hr \/>\n<div class=\"nota-techbiz\">\r\n<table class=\"tabelatechbiz\" style=\"width: 100%;\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td class=\"nota-techbiz-coluna-1\" valign=\"top\"><img decoding=\"async\" src=\"\/livros\/do-tech-ao-biz\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/avatar-tech-biz-2.png\" alt=\"\" width=\"100\" height=\"120\" \/><\/td>\r\n<td class=\"nota-techbiz-coluna-2\"><img decoding=\"async\" class=\"nota-img\" src=\"\/livros\/do-tech-ao-biz\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/avatar-tech-biz-2.png\" alt=\"\" width=\"100\" height=\"120\" \/>\r\n<p style=\"font-size: 24px; font-weight: bold; line-height: 1.1; font-family: Montserrat; margin-bottom: 10px;\">Times de 'neg\u00f3cio' e 'tecnologia' precisam colaborar<\/p>\r\n<\/p>\n<p>Para um entendimento mais profundo da cultura do &#8220;n\u00f3s e eles&#8221;, ou\u00e7a um epis\u00f3dio do Tech &amp; Biz inteiramente dedicado ao tema.<\/p>\n<p>\r\n<p><a class=\"botao\" href=\"https:\/\/technbiz.eximia.co\/times-de-negocio-e-tecnologia-precisam-colaborar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acessar epis\u00f3dio<\/a><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<\/div>\n<p>A cultura do &#8220;n\u00f3s e eles&#8221;, embora frequente no universo corporativo, n\u00e3o \u00e9 vantajosa para ningu\u00e9m, ali\u00e1s, muito pelo contr\u00e1rio. <strong>Em um mundo onde compet\u00eancia tecnol\u00f3gica \u00e9 cada vez mais fundamental, diverg\u00eancias entre \u00e1reas de &#8220;neg\u00f3cio&#8221; e &#8220;tecnologia&#8221; representam amea\u00e7a real para a competitividade.<\/strong><\/p>\n<div class=\"nota-techbiz\">\r\n<table class=\"tabelatechbiz\" style=\"width: 100%;\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td class=\"nota-techbiz-coluna-1\" valign=\"top\"><img decoding=\"async\" src=\"\/livros\/do-tech-ao-biz\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/avatar-tech-biz-2.png\" alt=\"\" width=\"100\" height=\"120\" \/><\/td>\r\n<td class=\"nota-techbiz-coluna-2\"><img decoding=\"async\" class=\"nota-img\" src=\"\/livros\/do-tech-ao-biz\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/avatar-tech-biz-2.png\" alt=\"\" width=\"100\" height=\"120\" \/>\r\n<p style=\"font-size: 24px; font-weight: bold; line-height: 1.1; font-family: Montserrat; margin-bottom: 10px;\">'N\u00e3o somos uma empresa de tecnologia': afirma\u00e7\u00e3o ing\u00eanua e perigosa<\/p>\r\nToda empresa \u00e9, ou precisar\u00e1 ser, uma empresa de tecnologia. Para te ajudar a entender melhor esse argumento, preparamos conte\u00fado em \u00e1udio e v\u00eddeo dedicado a explicar esse ponto de vista.\r\n<p><a class=\"botao\" href=\"https:\/\/technbiz.eximia.co\/nao-somos-uma-empresa-de-tecnologia-afirmacao-ingenua-e-perigosa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acessar epis\u00f3dio<\/a><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<\/div>\n<p><strong>H\u00e1, aparentemente, uma esp\u00e9cie de &#8220;ponte&#8221; separando os mundos dos times de &#8220;neg\u00f3cio&#8221; e &#8220;tecnologia&#8221;. Eles parecem ter vocabul\u00e1rios, formas de conduta e, at\u00e9 mesmo, prioridades diferentes.<\/strong> Por\u00e9m, em minha experi\u00eancia, quase sempre, essa separa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais artificial do que real. N\u00e3o raro, membros dos &#8220;dois mundos&#8221; desejam e buscam as mesmas coisas, mas, por alguma raz\u00e3o, t\u00eam dificuldades de perceber similaridades.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, todos ganhariam com o esfor\u00e7o de diminuir dist\u00e2ncias,\u00a0 &#8220;atravessando a ponte&#8221;. <strong>Idealmente, todos deveriam avan\u00e7ar &#8220;metade do caminho&#8221;. Neg\u00f3cio deveria fazer uma jornada &#8220;do <em>biz<\/em> ao <em>tech<\/em>&#8221; enquanto tecnologia deveria caminhar &#8220;do <em>tech<\/em> ao <em>biz<\/em>&#8220;<\/strong>. Felizmente, o &#8220;ideal&#8221; n\u00e3o \u00e9 uma necessidade, basta um dos lados resolver &#8220;atravessar a ponte&#8221;.<\/p>\n<h2>Uma verdade inconveniente<\/h2>\n<p><strong>Trabalhei em uma empresa de tecnologia durante muitos anos e lembro-me de como me sentia furstrado, durante muito tempo, por perceber que meus argumentos <em>tech\u00a0<\/em>eram, pelo menos aparentemente, ignorados pelo\u00a0<em>biz.<\/em> <\/strong>N\u00e3o me conformava como, em um empresa com influ\u00eancia tecnol\u00f3gica intensiva no <em>core business<\/em>, houvesse tanta falta de &#8220;habilidade tecnol\u00f3gica&#8221; no grupo respons\u00e1vel pelas principais tomadas de decis\u00e3o.<\/p>\n<p>Junto com minha indigna\u00e7\u00e3o, crescia em mim a sensa\u00e7\u00e3o de incapacidade. Em momentos extremos, lembro-me de &#8220;jogar a toalha&#8221; em discuss\u00f5es acaloradas onde tentava apontar os riscos de uma determinada linha de atua\u00e7\u00e3o, cansado e frustrado, para, mais tarde, sentir-me incompetente e indignado ao ver, na pr\u00e1tica, acontecerem os problemas, exatamente como havia antecipado. Pior ainda, profundamente desrespeitado com o que julgava ser uma &#8220;resposta c\u00ednica&#8221; dos meus pares afirmando que n\u00e3o haviam entendido o que eu havia dito, pior, n\u00e3o lembrarem (de maneira conveniente, pelo menos para eles) de eu ter falado qualquer coisa.<\/p>\n<p><strong>Tudo mudou para muito melhor quando, por uma esp\u00e9cie de inspira\u00e7\u00e3o, resolvi aceitar que, embora o justo fosse que pessoas de &#8220;neg\u00f3cio&#8221; saber mais sobre &#8220;tecnologia&#8221;, o mundo geralmente n\u00e3o \u00e9 justo!<\/strong> Resolvi tentar &#8220;ser feliz no lugar de ter raz\u00e3o&#8221; e, conforme o antigo ditado &#8220;Se a Maom\u00e9 n\u00e3o vai a montanha&#8230;&#8221;, resolvi que seria eu quem deveria falar a l\u00edngua deles (o neg\u00f3cio) e parar de esperar que &#8220;eles&#8221; aprendessem a minha. Funcionou!<\/p>\n<h2>O primeiro passo: &#8220;aprender a falar sobre dinheiro&#8221;<\/h2>\n<p><strong>Se h\u00e1 algo comum a todas as pessoas do &#8220;neg\u00f3cio&#8221; \u00e9 que todos se demonstram sens\u00edveis quando o assunto \u00e9 dinheiro.\u00a0<\/strong>Isso n\u00e3o significa que todos saibam falar ou mesmo pensar sobre o que a organiza\u00e7\u00e3o precisa fazer para gerar resultados financeiros adequados. Mas, todos do &#8220;neg\u00f3cio&#8221;, mais do que n\u00f3s de &#8220;tecnologia&#8221;, reconhecem que dinheiro \u00e9 importante!<\/p>\n<div class=\"nota-alerta\">\r\n<table class=\"tabelaalerta\" style=\"width: 100%;\">\r\n<tbody>\r\n<tr>\r\n<td class=\"nota-coluna-1\" valign=\"top\"><img decoding=\"async\" class=\"img-citacao\" src=\"\/livros\/do-tech-ao-biz\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/ico-citacao-3.png\" alt=\"\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/td>\r\n<td class=\"nota-coluna-2\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"nota-img\" src=\"\/livros\/do-tech-ao-biz\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/ico-citacao-3.png\" alt=\"\" width=\"60\" height=\"60\" \/> <em>O\u00a0lucro\u00a0n\u00e3o \u00e9 a causa da empresa, mas sua valida\u00e7\u00e3o.<\/em>\u00a0\r\n<p><strong>Peter Drucker<\/strong><\/p>\r\n<\/td>\r\n<\/tr>\r\n<\/tbody>\r\n<\/table>\r\n<\/div>\n<p>\u00c9 comum ver pessoas de tecnologia argumentando, por exemplo, sobre dificuldades para evolu\u00e7\u00e3o ou, at\u00e9 mesmo, para a simples manuten\u00e7\u00e3o de sistemas tecnol\u00f3gicos em fun\u00e7\u00e3o de d\u00edvidas t\u00e9cnicas. Entretanto, embora a correla\u00e7\u00e3o seja \u00f3bvia, quase nunca vemos t\u00e9cnicos apontando &#8220;o tamanho da dor financeira&#8221; gerada por essas dificuldades. Dessa forma, a sensa\u00e7\u00e3o \u00e9 de que h\u00e1 algo que precisa ser resolvido, mas n\u00e3o fica clara a suficiente compensa\u00e7\u00e3o do custo de oportunidade que um eventual esfor\u00e7o para pagamento da d\u00edvida. Resultado? Pagar d\u00edvidas t\u00e9cnicas nunca \u00e9 prioridade.<\/p>\n<div class=\"card-insight\" style=\"background-color: #f0f0f0; width: 100%; padding: 35px 30px 20px 35px; border-radius: 5px 5px 5px 5px; margin-top: 30px; margin-bottom: 35px; font-size: 16px; box-shadow: 0px 4px 0px 0px #dddddd;\">\r\n<p style=\"font-size: 24px; font-weight:bold; line-height: 28px; font-family: Montserrat;\">Custo de Oportunidade<\/p>\r\n<\/p>\n<p>O\u00a0<em>custo de oportunidade<\/em> \u00e9 o valor do que voc\u00ea renuncia ao tomar uma decis\u00e3o. Ou seja, do que se abre m\u00e3o, deixando de fazer algo que poderia estar sendo feito para fazer o que estamos fazendo.<\/p>\n<p><\/div>\n<p><strong>Na pr\u00e1tica, a prioriza\u00e7\u00e3o de iniciativas em qualquer organiza\u00e7\u00e3o com fins lucrativos ser\u00e1, sempre, muito impactada (na maioria das vezes, de forma determinante) pela percep\u00e7\u00e3o de ROI (retorno sobre o investimento).<\/strong> Pessoas de tecnologia precisam se disciplinar a identificar retornos e investimentos das iniciativas que est\u00e3o buscando promover.<\/p>\n<h2>O segundo passo: &#8220;aprender que precis\u00e3o n\u00e3o \u00e9 sempre uma necessidade&#8221;<\/h2>\n<p><strong>Pessoas de tecnologia t\u00eam uma certa obsess\u00e3o por informar dados precisamente. Pessoas de neg\u00f3cio t\u00eam o h\u00e1bito, para muitos irritante, de usar aproxima\u00e7\u00f5es e arredondamentos.<\/strong><\/p>\nPessoas de tecnologia, frequentemente, n\u00e3o fornecem previs\u00f5es de retorno ou de investimento para seus projetos porque t\u00eam dificuldades de apontar &#8220;n\u00fameros precisos&#8221;. Pessoas de neg\u00f3cio, por outro lado, costumam ficar\u00a0 plenamente satisfeitas com &#8220;ordens de grandeza&#8221; para investimentos de tempo ou recursos ou, como dizia um colega de outros tempos, um &#8220;cheiro&#8221;.\n<hr \/>\nGeralmente, quando &#8220;neg\u00f3cio&#8221; fala em prazos, deseja entender se determinada iniciativa tomar\u00e1 dias, semanas, meses ou anos. Enquanto isso, &#8220;tecnologia&#8221; argumentam sobre a impossibilidade de apontar, em horas, o tamanho do trabalho. Nessa mesma linha de racioc\u00edonio, quando o &#8220;neg\u00f3cio&#8221; fala em custos, geralmente deseja entender se o montante ser\u00e1 de menos de 10 mil, 50 mil, 100 mil, 200 mil, 500 mil, 1 milh\u00e3o. Enquanto isso, &#8220;tecnologia&#8221; lamenta-se tentando calcular tudo &#8220;no centavo&#8221;. \n<hr \/>\n<p><strong>N\u00e3o percamos de vista que &#8220;precis\u00e3o&#8221; \u00e9 importante. Entretanto, para boa parte das discuss\u00f5es envolvendo <em>tech<\/em> e <em>biz\u00a0<\/em>uma aproxima\u00e7\u00e3o correta sempre vale mais do que precis\u00e3o impratic\u00e1vel.<\/strong><\/p>\n<h2>Terceiro passo: &#8220;aceitar que pol\u00edtica \u00e9 importante&#8221;<\/h2>\n<p>A escala Westrum prop\u00f5e que empresas podem ter culturas passionais, burocr\u00e1ticas ou generativas. As culturas generativas s\u00e3o as orientadas aos resultados e tentam ser meritocr\u00e1ticas. Em ambientes onde impera o passional, a cultura \u00e9 sempre baseada nas rela\u00e7\u00f5es de poder. Finalmente, em ambientes burocr\u00e1ticos, a regra \u00e9 sempre jogar <em>by the book<\/em>.<\/p>\n<p>Com varia\u00e7\u00f5es de import\u00e2ncia conforme a cultura organizacional, \u00e9 importante que pessoas\u00a0<em>tech\u00a0<\/em>entendam que, t\u00e3o importante quanto boas ideias, qualquer iniciativa demanda apoiadores. Ali\u00e1s, n\u00e3o raro, n\u00e3o s\u00e3o as melhores ideias que saem do papel, mas aquelas com mais &#8220;apoio certo&#8221;. Por isso, habilidade pol\u00edtica \u00e9 importante (fundamental)!<\/p>\n<h2>Passos consistentes na dire\u00e7\u00e3o certa<\/h2>\n<p>A jornada do\u00a0<em>tech\u00a0<\/em>ao\u00a0<em>biz\u00a0<\/em>n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. Seguramente, ela \u00e9 desafiadora e, muitas vezes, parece controversa e question\u00e1vel. Entretanto, ela \u00e9 indispens\u00e1vel.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas passos que apresentei nessa introdu\u00e7\u00e3o podem parecer f\u00e1ceis para alguns e, ao mesmo tempo, tremendamente dif\u00edceis para outros. Entrentanto, \u00e9 importante que entender que nos encaminham para um mundo com menos &#8220;n\u00f3s e eles&#8221;. \u00c9 um in\u00edcio para &#8220;atravessar a ponte&#8221; que separa neg\u00f3cios e tecnologia.<\/p>\n<h2>\/\/ TODO<\/h2>\n<p>Antes de avan\u00e7armos, reflita sobre o que foi dito aqui e responda:<\/p>\n<ol>\n<li>Voc\u00ea consegue apontar &#8220;um cheiro&#8221; dos retornos e dos investimentos financeiros nas iniciativas em que est\u00e1 envolvido?<\/li>\n<li>Qual prioridade d\u00e1 ao aspecto financeiro quando apresenta suas propostas? Como lida com os custos de oportunidade?<\/li>\n<li>Como pondera a quantidade de suas rela\u00e7\u00f5es na empresa? Qual o tipo de cultura, segundo Westrum, de sua organiza\u00e7\u00e3o?<\/li>\n<\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cultura do &#8220;n\u00f3s e eles&#8221;, embora frequente no universo corporativo, n\u00e3o \u00e9 vantajosa para ningu\u00e9m, ali\u00e1s, muito pelo contr\u00e1rio. Em um mundo onde compet\u00eancia tecnol\u00f3gica \u00e9 cada vez mais fundamental, diverg\u00eancias entre \u00e1reas de &#8220;neg\u00f3cio&#8221; e &#8220;tecnologia&#8221; representam amea\u00e7a real para a competitividade. 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