ENSAIO AVULSO
4 de setembro de 2025 · 1 min de leitura

Quinta-feira. Cinco da manhã.

Chego a Isaías 14.
O capítulo fala de juízo contra as nações.
Primeiro, a Babilônia. Ela cai.
Cai também o seu rei.

Isaías chama esse rei de estrela da manhã.
Ele queria subir ao céu.
Queria ocupar o lugar de Deus. Mas foi derrubado.
Desceu rápido ao abismo.

Para Isaías, o portador da luz era o rei da Babilônia.
Um homem arrogante.
Um governante que se exaltava acima dos outros.
Mas que terminou em ruína.

Mais tarde, a tradição cristã viu outro sentido.
Aqui passou a enxergar a queda de Satanás.
Daí vem a palavra Lúcifer.
É tradução da Vulgata, a Bíblia em latim.
Significa portador da luz. Ele brilhava.
Mas quis brilhar sozinho.
E caiu.

A mensagem é clara.
Deus julga impérios e também a soberba.
A soberba sempre precede a queda.

Depois é a vez da Assíria. Depois dos filisteus.
Um por um, os que oprimem caem.
Os que zombam dos fracos.
Os que constroem segurança sobre a destruição dos outros.

Deus não ignora nada disso.
Ele derruba os tronos. Ele sustenta Sião.
A glória humana é breve.
Mas o juízo do Senhor permanece.

A história pode parecer confusa.
Mas está sob o controle de Deus.

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