Nem toda multidão escolhe o que é certo. A voz do povo não é, necessariamente, a voz de Deus. E a maioria é um péssimo critério para determinar o que é justo e o que é verdade.
Essa conclusão, para mim, fica clara em João capítulo 18. Nesse capítulo, temos o episódio do julgamento de Cristo. Pilatos deixa a decisão nas mãos da maioria. Ele tem poder, mas não tem autoridade. E a maioria decide libertar Barrabás.
Barrabás, o zelote, era culpado dos crimes atribuídos a Cristo e, ainda assim, foi inocentado pela multidão. Cristo, por sua vez, era inocente e foi condenado pela multidão.
É necessário manter a integridade e, principalmente, o discernimento. Porque a maioria não é um bom critério para determinar o que é justo e o que é verdade.