25/02/2025

Programador. Tenho um presente para você.

Se você é programador, como eu, então esse texto foi feito para você. Desculpem-me os demais.

Ficou aqui? Ótimo! Quero te dar um presente.

Eu tinha pouco mais de 8 anos quando aprendi a escrever meu primeiro programa de computador. Não era nada demais. Eram quatro linhas de código, em BASIC, que escreviam meu nome em letras verdes claras em um fundo verde escuro – como naqueles computadores que aparecem no filme Ghost. Mesmo assim, para mim, foi uma conquista. Um pequeno passo, que fez despertar em mim uma paixão que mudaria minha vida.

ALERTA DE IDADE Não aprendi a programar por escolha, mas quase por falta de opção. Para os computadores da época, era isso ou fazer faixas com o Banner Mania, cartões com o Print Master ou uma planilha com o Super Calc.

Em pouco tempo, já estava escrevendo laços de repetição com GOTO e fazendo coraçõezinhos de asteriscos baterem na tela do computador. Tudo para impressionar minha professora na época – meu primeiro amor, platônico, claro!

Continuei, aprendi, persisti, insisti e, aos 13, me tornei “garoto de programa” – ou seja, comecei a viver de programação. Ainda me sentia amador, mas era pago. Então, me autointitulei “Amador Remunerado”.

À medida que ganhava idade, além de engrossar minha voz, comecei a escrever programas mais sofisticados. Aprendi linguagens de programação estilosas e poderosas. Programava em C e Assembly por diversão. Em Clipper, para pagar as contas.

Estando nos lugares certos nas horas certas, comecei a fazer coisas bem mais complexas. Mas alguns desafios foram surgindo.

Fiquei P da vida comigo mesmo ao dar o meu máximo e perceber que meu código travava. Não por ser lento, mas porque o problema que eu estava tentando resolver era “intratável”.

Foi aí que tudo mudou – aprendi sobre complexidade e sofri para entender Big-O. Entender complexidade computacional simplificou minha vida como programador.

Descobri que, para certos problemas, precisava recorrer a heurísticas e uma coisa foi conectando na outra.

Percebi que muitos programadores, até mais experientes que eu, ignoravam esses conceitos e pagavam caro por isso. Eu, um “moleque”, estava resolvendo problemas de gente grande. Por quê? Porque entendia de complexidade e de Big-O.

O que posso dizer? Aprender Big-O foi um divisor de águas. Foi como acender uma luz num quarto escuro. De repente, tudo fazia sentido. Antes, eu era um entusiasta. Depois, passei a ser consciente do meu trabalho. Passei a prever se um programa iria funcionar e até escalar, sem precisar “rodar”. Isso me projetou e me diferenciou.

Big-O, a notação mais famosa para indicar complexidade computacional, não é tão difícil quanto tentam fazer parecer. E entender esse conceito pode ser o que separa um programador mediano de um programador excepcional. Aliás, nem pense em se candidatar a uma posição em uma Big Tech sem entender de Big-O.

Considero o tema tão importante que gravei um mini-curso sobre ele. Tá lá no meu clube de estudos.

E quer saber? Quero te ajudar. Se você escreve código, mas não sabe Big-O, isso pode estar limitando muito o seu crescimento profissional. Está na hora de isso mudar.

Chega de perder tempo e conviver com a frustração de não conseguir escrever código eficiente e nem entender o porquê.

Já modifiquei código que consumia horas para funcionar em segundos por entender sobre complexidade computacional. Você também pode! Não ter essa capacidade pode estar atrasando sua evolução e até suas oportunidades de carreira.

Nos próximos dias, vou criar uma oferta especial. Basta se cadastrar para ter acesso a esse curso, gratuitamente, por tempo limitado.

Mas atenção: essa oportunidade não vai durar para sempre. Se você deixar passar, pode acabar ficando para trás enquanto outros programadores avançam.

Empresas valorizam programadores que entendem eficiência. Saber Big-O pode ser o diferencial que te coloca à frente na próxima entrevista. Uma oportunidade simples, mas que pode abrir novas portas para você. Então, aproveite enquanto ainda está disponível!

Se você continuar ignorando Big-O, pode estar perdendo tempo e dinheiro sem nem perceber. O que vai escolher?

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