Deixa eu te explicar o que é loop engineering, na prática.
É uma abordagem natural para agentes de IA.
Tudo começa com quatro elementos: um gatilho, um objetivo, um processo e uma condição de validação.
O gatilho é o que coloca o agente em movimento. Pode ser um acionamento humano, quando você pede explicitamente que ele faça alguma coisa. Pode ser um agendamento, executado todos os dias no mesmo horário. Pode ser a observação de um evento, como o surgimento de um arquivo ou a chegada de uma mensagem.
Uma vez acionado, o agente recebe um objetivo. Esse objetivo dispara um plano, previsto ou não em um processo predeterminado. Para executá-lo, um ou vários prompts são enviados a um modelo, que pode ou não utilizar ferramentas. Durante a execução, memórias podem ser consultadas, atualizadas ou criadas.
Ao final, entra em cena a validação. Uma rotina verifica se o objetivo foi alcançado. Essa validação pode ser determinística, baseada em regras explícitas, ou não determinística, apoiada no julgamento de outro modelo.
Se o resultado for satisfatório, o ciclo termina. Se não for, ajustes são realizados e tudo recomeça. O próprio insucesso se transforma em um novo gatilho.
É só isso.
Entendeu? Ótimo.
Não entendeu? Leia outra vez.