A dupla Jorge e Mateus teve dois shows de réveillon cancelados. A alegação? O posicionamento público do Jorge a favor do Flávio Bolsonaro.
Pois é. A Ivete, Ivete Sangalo, teve também uma campanha de boicote por causa do posicionamento dela favorável ao Lula.
Zezé Di Camargo teve um show cancelado em Pernambuco depois de criticar o SBT por receber o Lula.
Nando Reis, o eterno titã, teve contratos e shows cancelados. Segundo ele, depois de se posicionar abertamente contra o Bolsonaro.
Já o Gusttavo Lima, que é apoiador do Bolsonaro, também alega ter perdido um bocado de shows e contratos publicitários.
Mas saindo do espectro político, Haddad falou em Davos que não compraria nem um palito de fósforos de um estabelecimento aonde não houvesse alinhamento com sua forma de pensar política, ambiente e essas coisas.
Empresas como a Havan, Madero, muitas outras, tá? A lista é grande. Também já foram alvos de campanha de boicote por causa do posicionamento político público dos seus proprietários.
E a cada nova eleição surgem listas de empresários, profissionais liberais conhecidos por apoiarem um lado ou outro no espectro político e que devem ser evitados pela oposição.
Pois é. Só que nesse caso a coisa é ainda mais sensível, tá?
Porque diferente dos artistas que têm shows cancelados, mas têm outros shows para fazer em outras praças, cara, esses empresários locais nem sempre encontram, enfim, essa substituição tão fácil.
Pingue-pongue. Pingue-pongue. Pingue-pongue.
Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem perder vai ganhar ou perder. Vai todo mundo perder.
Dilma Rousseff
E não é que a mulher foi sábia?
Gente, até quando?
